terça-feira, 16 de outubro de 2018

Wallber Virgolino fala da estratégia que o levou à ALPB: “Os políticos esqueceram de mim enquanto se digladiavam”

O deputado estadual eleito, Wallber Virgolino (Patriotas), falou na tarde desta terça-feira (16), durante entrevista ao programa Correio Debate, que sua campanha foi baseada em planejamento estratégico realizado com um ano de antecedência. Eleito com a segunda maior votação do último pleito para a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Wallber disse que um dos seus trunfos foi que os adversários desacreditaram da sua candidatura.
“Traçamos uma  estratégia, acho que tudo nessa vida é planejamento estratégico, omeçamos a campanha uma ano antes, minha primeira reunião foi na sala da minha casa em janeiro, a segunda reunião já não coube na minha casa, em fevereiro, a terceira reunião já não coube mais no prédio e a quinta reunião foi num colégio, num auditória pra 500 pessoas. A campanha ocorreu dentro do esperado, nós cumprimos etapas, mas fomos desacreditados principalmente pelos políticos isso aí foi a força do meu trabalho porque eles não mapearam meus votos esqueceram de mim enquanto se digladiavam a surpresa virou realidade” disse.

Preso desde abril pela 'Operação Xeque-Mate', Leto Viana renuncia e Cabedelo terá novas eleições para prefeito

Cabedelo, Leto Viana
O prefeito afastado de Cabedelo, Wellington Viana França, conhecido como Leto Viana, renunciou ao cargo, nesta terça-feira (16), e a cidade vai precisar passar por novas eleições. Atualmente, quem está interinamente na gestão é Vitor Hugo. A Justiça Eleitoral será avisada pelo Legislativo Municipal e novas eleições poderão ser convocadas.
A carta-renúncia foi protocolada pelo advogado de Leto, Jovelino Delgado, na Câmara Municipal. A decisão tem duas consequências jurídicas imediatas. A primeira é que o Legislativo terá que oficiar a Justiça Eleitoral sobre a renúncia. Isso abrirá espaço para a convocação de novas eleições no município. Este ponto, inclusive, foi apontado como crucial para a decisão do gestor, segundo relato da defesa dele no caso. Atualmente tramita na Câmara Municipal uma comissão processante que pede a cassação do mandato do gestor afastado.
Jovelino Delgado disse ao blog que a condução da comissão processante evidenciou uma estratégia não democrática na Câmara. Ele acusa suplentes de vereadores, no exercício do cargo, de terem familiares empregados na prefeitura. A estratégia, ele garante, seria de estender até o ano que vem os trabalho da comissão e, então, cassar o mandato. Com isso, a eleição para a definição do novo prefeito seria indireta. A estratégia favoreceria o atual presidente da Câmara, Vitor Hugo (PRB), que assumiu o Executivo após o afastamento de Leto. “A renúncia agora dará ao povo de Cabedelo a oportunidade de escolher o novo prefeito”, disse Delgado.
A outra consequência da renúncia é que, sem o foro por prerrogativa de função, o processo contra Leto deixará o Tribunal de Justiça e seguirá para o primeiro grau. O relator da Operação Xeque-Mate é o desembargador João Benedito, conhecido pelo rigor na análise das matérias.
Leto Viana está afastado da gestão de Cabedelo desde abril deste ano, quando foi preso nas investigações da operação Xeque-Mate, da Polícia Federal e do Ministério Público da Paraíba. Viana é um dos 26 denunciados na operação que apura um esquema de corrupção no Município. Ele está recolhido na carceragem do 5º Batalhão da PM em João Pessoa. As denúncias resultaram no afastamento de toda a cúpula do poder na cidade, incluindo o vice-prefeito, Flávio Oliveira (já falecido); o presidente da Câmara, Lúcio José (PRP), e a vice-presidente da Casa [esposa de Leto], Jaqueline França (PRP).
Entre os crimes investigados, está a suposta compra de mandato do ex-prefeito José Maria de Lucena Filho, conhecido como Luceninha, pela importância de R$ 5 milhões, pelo então vice-prefeito Leto Viana. Ele ficou na titularidade do mandato de prefeito até o dia 3 de abril deste ano, quando foi preso por agentes da PF, por determinação do juiz João Benedito da Silva, relator da Xeque-Mate, no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).

O "Dia seguinte" de Cássio Cunha Lima...

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O jornal O Globo abordou a não recondução do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), vice-presidente do Senado Federal, para próxima legislatura. 
"Com 32 anos de mandatos eletivos, o senador ficou surpreso com o resultado, pois liderou as pesquisas de intenção de votos durante toda a campanha. Para ele, houve um movimento que pegou no eleitorado, de não querer renovar o mandato de ninguém, independente do desempenho dos atuais mandatários. Diante da derrota, Cássio diz que encarou o resultado com naturalidade e não chorou - seus funcionários sim". Cássio, assim como Efraim Morais quando presidiu a chamada "CPI do Fim do Mundo" no governo Lula, foi tragado nestas eleições diante da excessiva exposição que teve no processo de impeachment de Dilma.
Bom ressaltar, que esse movimento varreu quase todos os figurões da política nacional: do senador Eunício Oliveira (MDB, presidente do Senado Federal) ao senador Romero Jucá (MDB, líder de todos os governos desde a redemocratização), passando por Cristovão Buarque (PPS-DF), Lindberg Farias (PT-RJ), Agripino Maia (DEM-RN), Roberto Requião (MDB-PR), Magno Malta (PR-ES), Paulo Baeur (PSDB-PR), dentre outros.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Julian Lemos diz que Bolsonaro dará ‘surra de votos’ em Haddad e revela que aceita ser ministro se for convocado

Julian Lemos (PSL), eleito deputado federal pela Paraíba nessas Eleições 2018, disse que o candidato a presidente, Jair Bolsonaro (PSL), vai dar uma ‘surra de votos’ em Fernando Haddad (PT). Ele acredita na vitória do presidenciável e respondeu que pode sim aceitar ser ministro na possível gestão do PSL no Governo Federal.
“Eu assumo qualquer área. A missão quem vai me dar é o comandante (Jair Bolsonaro)”, disse Julian Lemos em entrevista à rádio Correio, nesta segunda-feira (15). O deputado federal eleito disse que, no começo, ficou surpreso com as manifestações de voto em seu favor, mas que dois dias antes do domingo de votação acreditou em sua eleição para o cargo diante do apoio recebido de diversas pessoas que o abordavam.
Julian descartou intenções de disputar a eleição para prefeito de João Pessoa. “Eu tenho a missão que é ajudar a governabilidade do capitão, nesse momento.” O parlamentar novato disse que no possível governo de Bolsonaro haverá redução dos 36 ministérios para 16. “Tem que acabar com essa farra”, disse Julian. O deputado federal classificou o modelo de governo do PT como “imoral, corrupto e falido”.

Milhares de pessoas comparecem ao ato pró-Haddad em frente ao Lyceu Paraibano

O dia do Professor em João Pessoa foi marcado por ato público defronte ao histórico colégio Lyceu Paraibano, no Centro da Cidade, reunindo milhares de pessoas em apoio ao candidato Fernando Haddad (PT). Inicialmente eram apenas centenas mas logo se .multiplicaram.
Os militantes foram da concentração até o Ponto de Cem Réis. Um ato com o mesmo teor foi realizado em Campina Grande, com concentração no Sindicato dos Bancários.

Lava Jato tenta reaver R$ 54,9 bi, mas devoluções somam somente R$ 2,5 bi

A força-tarefa de Curitiba atualizou na última sexta-feira (12) a soma dos pedidos de ressarcimento feitos em processos judiciais da Lava Jato. Incluindo-se as ações penais (R$ 39,97 bilhões) e as ações por improbidade administrativa (R$ 14,93 bilhões), reivindica-se a devolução de R$ 54,9 bilhões em verbas roubadas do Estado. Eloquente, a cifra corresponde a tudo o que o BNDES pretende investir em projetos de infra-estrutura até o final de 2019. Entretanto, a verba efetivamente devolvida aos cofres públicos em quatro anos e meio de Lava Jato soma, por ora, pouco mais de R$ 2,5 bilhões —ou 4,5% do total requisitado.
Desde 2014, quando foi às ruas, a Lava Jato corroeu a Presidência de Dilma Rousseff, passou na chave o projeto presidencial de Lula e está perto de acertar as contas com Michel Temer. A operação também trancafiou a nata da oligarquia política e empresarial. Gente que estava escondida atrás da imunidade parlamentar foi surrada nas urnas de domingo passado, despencando na primeira instância Judiciário. Não se via tamanha movimentação nos salões do poder e nas cadeias desde a chegada das caravelas.
Quebraram-se paradigmas também na recuperação da verba roubada. Antes da Lava Jato, os pedidos de reparação rodavam na casa dos milhões. Depois, passaram a ser computados em bilhões. Mas o resultado, quando confrontado com o tamanho da pilhagem, não chega a entusiasmar. Graças aos acordos de delação premiada, os procuradores de Curitiba conseguiram obter de criminosos: confissões, provas e compromissos de devolver algo como R$ 12,3 bilhões. O problema é que o dinheiro roubado à vista será devolvido a prazo.
Há parcelamentos de até duas décadas. Daí a disparidade entre os valores solicitados e o montante ressarcido até o momento. A coisa se complica ainda mais nos casos em que a devolução depende não de acordos de colaboração, mas do desfecho de batalhas judiciais. Ouvido pelo blog, um dos procuradores da força-tarefa de Curitiba resumiu o drama:
“É um milagre termos no Brasil esse ressarcimento de pouco mais de R$ 2,5 bilhões. A Lava Jato é uma árvore frondosa crescendo no deserto. A regra no país era não recuperar nada. Antes da Lava Jato, todo o dinheiro repatriado somava menos de R$ 45 milhões. Mesmo depois, houve apenas um outro caso envolvendo repatriação de cerca de R$ 70 milhões. Desconheço qualquer outro caso que envolva recuperação superior a R$ 100 milhões. ”
O procurador acrescentou: “Nas ações penais e de improbidade, o dinheiro só será recuperado no final do processo, quando tudo transitar em julgado. Ou seja: no Dia de São Nunca. É muito comum que esses processos durem mais de dez anos. O réu tem que ter muito azar e a sociedade tem que ter muita sorte para conseguir a recuperação. Pedidos de ressarcimento viraram piada no Brasil. Quando se esgotam as possibilidades de recurso, o réu já se desfez de todo o patrimônio.”
“A gente tenta obter bloqueios cautelares”, prosseguiu o procurador. “Mas se você vai bloquear recursos de uma empreiteira, elas trabalham alavancadas. A indústria, a fábrica, todos os fornecedores já têm uma, duas ou três hipotecas. O Estado entra em quarto lugar na fila. Não pode bloquear capital de giro, porque mata a empresa e gera desemprego. Quando conseguimos bloquear o patrimônio dos réus, pessoas físicas, o bloqueio permanece até o final do processo. Um dia, se os crimes não prescreverem, a gente conseguirá recuperar.”
Como se vê, mesmo nos casos submetidos aos novos padrões de investigação e julgamento, o dinheiro surrupiado do Estado continua sendo como pasta de dente que sai do tubo. Colocar de volta não é tarefa simples. A encrenca não se restringe a Curitiba. No Rio de Janeiro, a Lava Jato pleiteia ressarcimentos de R$ 2,3 bilhões. A Receita Federal já aplicou a empresas e pessoas enroladas no petrolão autuações fiscais de R$ 17,1 bilhões. Só nesses três guichês, o Estado tenta receber notáveis R$ 74,3 bilhões. 
Por Josias de Souza

Nova pesquisa BTG – pactual aponta Bolsonaro com 59% e Haddad tendo 41%

A pesquisa de mercado BTG-Pactual coloca Jair Bolsonaro (PSL) na liderança da corrida presidencial com 59%. Fernando Haddad (PT) tem 41%.
A pesquisa é feita por telefone e entrevistou dois mil eleitores com idade a partir de 16 anos nos 27 estados da federação.
Neste cenário, brancos e nulos somam 11%. Entre jovens de 16 a 24 anos, Haddad vence por 46% a 41%. Entre os que têm ensino superior, Bolsonaro vence por 63% a 25%.

sábado, 13 de outubro de 2018

MP denuncia sete pessoas por envolvimento em esquema que desviou R$ 15 mi na construção de condomínio de luxo, na Paraíba

DHOM  300x127 - A FRAUDE DO "BRISAS DO COQUEIRINHO" MP denuncia sete pessoas por envolvimento em esquema que desviou R$ 15 milhões - VEJA OS NOMES
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) denunciou sete pessoas, entre ex-administradores e empresários, por suposto envolvimento em um esquema que desviou mais de R$ 15 milhões na construção do condomínio de luxo, Brisas de Coqueirinho, na Paraíba. A fraude foi investigada pela Operação Maresias, deflagrada pela Polícia Civil da Paraíba, através da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa, ainda em 2017. 
Foram denunciados Célio Silva, Mário Sérgio Coutinho Soares Júnior, Marco Gralio de Lima Soares, Victor Caetano de Oliveira, Luís Barbosa, Fábio Proença dos Reis e Ruben Willnael de Lemos, conforme o documento abaixo. Destaque-se que o MP também ressaltou que a loja de roupas de luxo Dhom foi aberta com dinheiro desviado do empreendimento pelos empresários Marco Grálio, Fábio Reis e Rubinho Lemos, etc.
Segundo o MP, os envolvidos teriam cometido fraudes auferidas para obterem vantagens ilícitas em prejuízo alheio ao procederem a venda fraudulenta, bem como se apossarem de quantias pertencentes a uma construtora com capital britânico. A Polícia Civil pugnou pela prisão preventiva de alguns denunciados, mas o pedido não foi acatado pelo MPPB e nem pela Juíza Andréa Galdino da 4ª Vara Criminal desta Capital/PB.
Ainda na denúncia, o MP aponta como os denunciados agiam, alterando planilhas, desviando recursos e enriquecendo ilicitamente de maneira meteórica. Alguns deles, com salários de apenas R$ 3 mil, de uma hora para outra alcançaram patrimônio milionário sem nenhuma justificativa.
 As investigações sobre o caso tiveram início após, à época, diversas vítimas procurarem a delegacia com documentação vasta indicando que um empreendimento de luxo vinha sendo negociado há mais de 5 anos, já tendo sido vendidos mais de 300 lotes no Brasil e no exterior, sem que nada fosse construído até àquela data.
 Conforme apurado, os ex-administradores em conjunto ou não com os demais denunciados passaram a apresentar diversas desculpas para o descumprimento das obrigações. Ainda assim, o empreendimento continuava a ser negociado em João Pessoa e em sites do exterior, mesmo com nenhuma construção em andamento.
A Construtora forneceu o acesso a documentos, como registros de movimentações bancárias, bem como a auditorias realizadas pela mesma a Polícia Civil. Cada vítima investiu pelo menos R$ 40.000, mas algumas pessoas chegaram a investir mais de R$ 300 mil, confiando no empreendimento. Por fim, o inglês proprietário da Construtora não foi denunciado porque, no entender do Ministério Público, foi vítima dos desfalques.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Bolsonaro rescinde contrato com produtora de paraibano que só existia no papel...

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A campanha do presidenciável Jair Bolsonaro rescindiu o contrato com a Mosqueteiros Filmes, empresa registrada em Petrolina (PE), após reportagem de ÉPOCA mostrar que a empresa só existe no papel e que quem estava prestando o serviço eram funcionários da agência publicitária 9Ideia, em João Pessoa (PB), sem que houvesse contratação entre ambas.
Informação confirmada por Karina Kufa, responsável pela prestação de contas de Bolsonaro. “De fato, é uma empresa pequena e, se eles têm uma irregularidade interna, de usar funcionários de uma empresa para o trabalho em outra, a gente nem sabia, foi uma surpresa para nós”, afirmou Kufa nesta quinta-feira (11). 
“A Mosqueteiros está no nome do filho [Gabriel Salles], a outra no nome do Lucas Salles [dono da 9Ideia]. Nós víamos essas empresas como uma coisa só, até porque não temos como ficar indo para a Paraíba verificar.” Na sede da Mosqueteiros, em Petrolina, há apenas uma casa vazia, e na Paraíba, onde fica a 9Ideia, há uma sala vazia com um adesivo da Mosqueteiros Filmes colado na porta.
O contrato foi rescindido, e  dos R$ 240 mil previstos inicialmente, será pago pouco mais que a metade, disse Kuffa. “Vamos pagar a parte do período em que foi prestado o serviço, cerca de 15 dias, o que foi antes de ocorrer o atentado contra o candidato. Depois do atentado não tinha nem como manter o serviço, ele [Bolsonaro] não tinha como gravar”, disse. 
Para o segundo turno, será contratada uma nova produtora. A empresa será responsável por produzir o programa eleitoral, que passa a ser de cinco minutos diários. Antes, Bolsonaro só tinha oito segundos. O nome da firma contratada ainda não foi revelado. Procurado, o publicitário Lucas Salles não se pronunciou até a publicação desta reportagem.

“Está difícil, mas ainda dá pra vencer”, revela RC animando militância apontando caminhos pró Haddad

Lider do PSB na Paraíba, o governador Ricardo Coutinho, assumiu o comando da mobilização em favor do candidato Fernando Haddad [PT] para ampliar a diferença no Estado superando em João Pessoa e Campina Grande. “Está difícil, mas ainda dá para vencer” afirmou ele acrescentando que “vai depender apenas de nossa mobilização”.
Perante mais de seiscentos militantes de diversos segmentos e amplitude partidária presentes no auditório da Federação dos Trabalhadores da Agricultura, Ricardo Coutinho fez uma análise profunda sobre a conjuntura recomendando que a militância construa nova tática de ação nas redes sociais mostrando as qualidades do candidato.
Ele disse que não adianta mais insistir em modelo tradicional de se fazer politica porque não há mais tempo nem condições estruturais. Mesmo assim, ele considera possível mudar votos e ampliar a vitória de Haddad no contato corpo a corpo. Para ele, não faz sentido confronto nas redes sociais com nenhum eleitor adversário, alias considera erro da militância perder tempo com quem está definido e busca no.embate para atacar. Ricardo Coutinho disse que esta é uma hora de expor Haddad pelas enormes qualidades diante de um adversário sem qualificação.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Partido de Bolsonaro foi o que ganhou maior número de votos para a Câmara e só não fez maior bancada devido nova regra eleitoral

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O PSL recebeu 10,8 milhões de votos para deputado federal a mais nessas eleições que em 2014. Na última disputa para a Câmara dos Deputados, o partido do presidenciável Jair Bolsonaro teve apenas 808 mil votos. Já em 2018, foram 11,6 milhões, um crescimento de 1.341%.
O partido, considerado nanico até então, garantiu a segunda maior bancada, com 52 deputados. A legenda registrou a maior votação, mas acabou afetada pela regra de desempenho, que exige que o candidato tenha pelo menos 10% do quociente eleitoral para ser eleito. Os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foram compilados pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).
Em São Paulo, o PSL teve votos suficientes para eleger 17 deputados, mas apenas 10 alcançaram 10% ou mais do quociente eleitoral. O mesmo aconteceu com o Novo, no Rio Grande do Sul, que teve votos para 2 deputados federais, ficou com apenas um no estado.
Já a maior bancada ficou com o PT, que recebeu 10,1 milhões de votos e elegeu 56 deputados. O partido do presidenciável Fernando Haddad teve 3,4 milhões de votos a menos que em 2014, uma queda de 25%. 
O MDB foi o partido que mais perdeu votos para deputado federal em números absolutos. Em 2014, recebeu 10,7 milhões. Em 2018, o número caiu pela metade: para 5,3 milhões. Com isso, elegeu 34 deputados (ante os 66 da última eleição)
O PSDB aparece logo em seguida na redução dos votos. O partido perdeu quase metade dos 11 milhões recebidos em 2014, ficando com 5,9 milhões em 2018. A legenda conseguiu 29 integrantes da Câmara dos Deputados (contra 54 obtidos em 2014). (com G1)

Bolsonaro anuncia nomes de três ministros em eventual governo: deputado Onix Lorenzoni (Casa Civil), general Augusto Heleno (Defesa) e Paulo Guedes (Economia)

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O candidato do PSL à presidência da República, Jair Bolsonaro, ao lado de parlamentares que o apoiam, como o filho, Flávio Bolsonaro, o senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) e a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-PR).  Ele afirmou que Onyx Lorenzoni (DEM) seria o chefe da Casa Civil, general Augusto Heleno para a Defesa e o economista Paulo Guedes para a Economia.
Em sua primeira entrevista após o primeiro turno, ele iniciou o discurso agradecendo a Deus por sobreviver ao atentado de Juiz de Fora, onde recebeu uma facada. O candidato à vice-presidência, general Hamilton Mourão, e o assessor econômico Paulo Guedes não participaram da coletiva, que aconteceu em menos de meia hora numa sala reservada do hotel Windsor Barra, na zona oeste do Rio. Em entrevista recente, o presidenciável afirmou que evitará que os dois tenham contato com a imprensa, por não terem "traquejo". No mesmo local, acontece um encontro de Bolsonaro com os seus apoiadores.
Por cerca de 15 minutos, Bolsonaro falou abertamente, em seguida, permitiu que a imprensa fizesse algumas poucas perguntas. Apesar do grande número de representantes da imprensa presentes, para poucos foi dada oportunidade de questionar o candidato. A primeira inscrita da imprensa nacional, uma repórter da Folha de S. Paulo foi vaiada e hostilizada por apoiadores de Bolsonaro que cercaram a imprensa durante a coletiva. Foi preciso que o presidente do PSL, Gustavo Bibiano, pedisse respeito à imprensa, para que se calassem e permitissem que a repórter fizesse sua pergunta.
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"Valorizaremos a família e vamos fazer negócio com o mundo todo sem viés ideológico. Vamos jogar pesado na questão de segurança. Garantiremos sim a liberdade de imprensa, não tem aquela história de controle social. Vamos garantir o legítimo direito à defesa do cidadão. Falta pouco para começarmos a mudar o nosso Brasil", discursou Bolsonaro.
O candidato disse ainda que vai valorizar a pesquisa tecnológica e que vai "garantir o legítimo direito à defesa do cidadão", referindo-se ao direito ao porte de arma. "Queremos que a imprensa seja independente e tenha responsabilidade no que escreve", complementou. Bolsonaro ainda se posicionou sobre a morte do capoeirista baiano Romualdo Rosaldo da Costa, assassinado nesta semana por um admirador. "Não podemos admitir crime nenhum; se foi uma pessoa que votou em mim, dispensamos esse tipo de voto. Quem quer que seja, cometeu um crime, tem que pagar", afirmou.
O candidato ainda negou que seja de extrema direita e que tenha contratado o marqueteiro de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, para sua campanha. "Nós não temos recursos para pagar campanha", disse o candidato. 

Estadão 

Aguinaldo reafirma que chapa de Lucélio saiu de uma ‘operação Tabajara’ mas nega sabotagem à Cássio

O deputado federal reeleito Aguinaldo Ribeiro (PP) voltou a comparar a escolha da chapa encabeçada por Lucélio Cartaxo (PV) a uma ‘operação Tabajara’, por entender que foi feita de forma atabalhoada e sem discutir com os aliados, sobretudo o PP. O acordo foi feito em Brasília, entre PSDB e PV. A entrevista foi concedida à rádio Correio FM.
“O que eu chamei foi operação Tabajara. E reafirmo que foi mesmo. Eu disse, esse tipo de arrumação me lembra aquela operação Tabajara do Caceta e Planeta, aquela coisa mal feita, como de fato foi”. Mas ponderou que cada eleição em sua história e ressaltou que a estratégia do PP e do resultado, o seu partido acertou tendo conseguido sua reeleição e a eleição de sua irmã Daniella como senadora.
Aguinaldo negou os boatos de sabotagem ao candidato ao Senado Cássio Cunha Lima [que não foi reeleito, ficando em quarto lugar] e atribuiu a especulações e intrigas. “Nós fizemos uma campanha limpa, totalmente propositiva”, afirmou, assegurando que votou na chapa fechada – Lucélio, Micheline, Daniella, Cássio. 

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Ibope: João Azevedo cresce 15 pontos, chega a 32% e está tecnicamente empatado com Zé Maranhão, que tem 28%...

O segundo levantamento realizado na Paraíba pelo IBOPE Inteligência, entre os dias 16 e 18 de setembro, a pedido da TV Cabo Branco e TV Paraíba, mostrou que que João Azevêdo (PSB), que tinha 17% na primeira pesquisa cresce 15 pontos percentuais e chega a 32% das intenções de voto. Enquanto isso, o emedebista Zé Maranhão, com 31% no primeiro levantamento, varia 3 pontos percentuais e atinge agora 28% das menções. Considerando a margem de erro da pesquisa de 3%, os dois candidatos aparecem empatados tecnicamente e dividem a liderança na disputa pelo Governo da Paraíba.
Lucélio Cartaxo, do PV, que tinha 18% vai a 19% nesta rodada, enquanto os demais candidatos oscilam dentro da margem e são citados por até 2% das intenções de voto. Eleitores paraibanos que tem a intenção de votar em branco ou de anular o voto são 15% (eram 23%) e os que não sabem ou não respondem caem de 8% para 4%. Nesta pergunta, um disco com os nomes dos candidatos é apresentado aos entrevistados. Pergunta: Se a eleição para Governador da Paraíba fosse hoje e os candidatos fossem estes, em quem o(a) sr(a) votaria? (Estimulada – %)
Falando somente desta rodada, João se destaca principalmente entre os eleitores que declaram outras religiões que não a católica ou a evangélica, segmento em que suas intenções de voto vão a 41% e se observa que suas intenções de voto aumentam quanto mais jovem for o entrevistado (tem 27% entre os mais velhos e 38% entre quem tem de 16 a 24 anos).
Analisando as duas rodadas de modo comparativo, João apresenta crescimento em praticamente todos os segmentos, valendo destacar o crescimento de 27 pontos percentuais entre aqueles que declaram outras religiões que não a católica ou a evangélica (de 14% para 41%). Cresce 21 pontos percentuais entre os eleitores com Ensino Médio, indo de 16% para 37%, mesmo crescimento apresentado entre os eleitores evangélicos, onde tinha 15% e vai a 36%. Ainda, é possível observar crescimento de 19 p.p. entre os eleitores mais jovens (tinha 19% e vai a 38%) e de 18 pontos percentuais entre os eleitores que residem em outros municípios que não a capital do Estado.
Nesta rodada, especificamente, Zé Maranhão tem menções mais acentuadas entre os menos escolarizados, segmento em que alcança 35% das intenções de voto e entre os mais velhos, onde tem 34% das menções. Comparando as duas rodadas, Zé Maranhão cresce 7 pontos percentuais entre os mais velhos, indo de 27% para 34% das intenções de voto, porém cai 6 pontos percentuais em três segmentos: mais jovens (de 35% para 29%); entre os eleitores com idades entre 35 a 44 anos (tinha 31% e agora tem 25%) e entre os evangélicos, onde vai de 25% para 19%.
Neste levantamento, Cartaxo tem intenções de voto mais expressivas, entre os moradores da capital do estado, segmento no qual alcança 32% e entre os evangélicos, onde tem 24% das menções. Analisando comparativamente as duas pesquisas, cresce 9 pontos percentuais entre aqueles com 45 a 54 anos (tinha 13% e vai a 22%), porém cai 8 p.p. entre aqueles que declaram outras religiões que não a católica ou a evangélica, indo de 18% para 10% das citações e tem queda de 6 p.p entre os mais velhos, onde varia de 19% para 13%.
Segundo turno
No cenário para segundo turno, o candidato do PSB, João Azevêdo, leva vantagem sobre os outros candidatos na corrida eleitoral. Confira o quadro acima:
FICHA TÉCNICA DA PESQUISA (JOB Nº 0877-2 | 2018)
Período de campo: a pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 18 de setembro de 2018.
Tamanho da amostra: foram entrevistados 812 votantes.
Margem de erro: a margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.
Nível de confiança: o nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral.
Solicitante: pesquisa contratada por TV CABO BRANCO LTDA E TV PARAÍBA LTDA.
Registro Eleitoral: registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba sob o protocolo Nº PB-08654/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-07454/2018.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Pesquisa: Maranhão tem 29,8%, João sobe e tem 23,5% e Lucélio cai e fica 18,9%...

Pesquisa
A segunda pesquisa de intenção de voto estimulada, realizada pela Método Pesquisa e Consultoria e contratada pelo Jornal CORREIO da Paraíba, para o Governo do Estado, mostra que o candidato José Maranhão (Coligação ‘Porque o Povo Quer’) continua liderando a corrida pelo Palácio da Redenção com 29,8%. Apesar de estar à frente, Maranhão registrou pequena queda em relação à primeira pesquisa (32,7%) divulgada dia 03 deste mês.
Em segundo lugar agora aparece João Azevedo (Coligação ‘A Força do Trabalho’) com 23,5%. Em relação à pesquisa anterior (14,6%), João aumentou 8,9 pontos percentuais. Já Lucélio Cartaxo (Coligação ‘Força da Esperança’), que na pesquisa anterior estava em segundo (com 17,5%), ficou em terceiro com 18,9%. Ele também registra crescimento entre uma pesquisa e outra: um pouco mais que 1 ponto percentual. João e Cartaxo continuam tecnicamente empatados.
Tárcio Teixeira do Psol permanece com 1,1% e Rama Dantas, PSTU, com 0,4% das intenções de voto. Indecisos somaram 12,3%. O percentual diminuiu em relação à pesquisa anterior quando 15,6% disseram não saber em quem votar. Votariam branco/nulo somaram 14,1%. Na pesquisa divulgada no início do mês, esse percentual chegou a 18,1%.

Veneziano troca 1º suplente em sua chapa e confirma substituição por Ney Suassuna

O candidato ao Senado pelo PSB, deputado federal Veneziano Vital, confirmou que já substituiu nesta segunda-feira (17) o primeiro suplente João Teodosio, do DEM, pelo ex-senador Ney Suassuna. ” É um grande reforço”, declarou. 
A informação do candidato se deu antes do debate na TV MASTER nesta segunda-feira. A decisão de Vené se deveu à decisão de João em comunicar ao DEM sua desistência por razõe$$$$ pessoais.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Candidato a vice de Maranhão, Bruno se casou com a filha de Ludgério

Bruno Roberto, candidato a vice-governador na chapa de José Maranhão, botou aliança na mão esquerda nesta quarta-feira (12). Ele se casou com Anna Heloysa, filha de Manoel Ludgério e Ivonete Ludgério. O casamento aconteceu em Campina Grande e o enlace tornado público através das redes sociais.
Estudante de medicina, Heloysa já namora há cinco anos com Bruno, conforme anotou o deputado Manoel Ludgério. “Hoje, eles casaram no Civil e no religioso vai ser no aniversário dela, em fevereiro”, disse o parlamentar.

domingo, 26 de agosto de 2018

Ex-prefeito de Conceição, Alexandre Braga declara apoio a Júnior Araújo na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa

O ex-prefeito da cidade de Conceição, Sertão da Paraíba, o empresário Alexandre Braga (Avante) anunciou apoio ao pré-candidato Júnior Araújo (Avante), que tem como principal aliado o ex-prefeito de Cajazeiras, o médico Carlos Antonio (DEM).
De acordo com o ex-gestor de Conceição, sua declaração de apoio integral ao grupo liderado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) ocorreu em sua chácara, e contou com a presença de lideranças políticas, vereadores, correligionários e amigos da cidade. Alexandre Braga revelou que além do apoio ao candidato a deputado estadual, declarou apoio ao candidato a deputado federal Gervásio Maia (PSB) e ao candidato a governador João Azevêdo (PSB).
Prefeito de Conceição por dois mandatos, Alexandre Braga é considerado o mais carismático político da região do Vale do Piancó. Ele foi candidato a prefeito nas eleições de 2016 e perdeu para o candidato Nilson Lacerda (PSDB) que se reelegeu. Alexandre obteve 5.111 votos, sendo 44,56% contra 55,44% do seu adversário. Três vereadores da base de oposição na Câmara Municipal acompanham o ex-gestor, bem como lideranças de bairros, correligionários e suplentes de vereador.

sábado, 25 de agosto de 2018

Maranhão diz que Ibope revela aliança do povo, mas pede à militância para manter campanha nas ruas

O cenário politico do Estado foi impactado nesta sexta-feira (24) de agosto de chuvas com a primeira rodada de pesquisa do Instituto Ibope contratada pela Rede Paraíba de Televisão (leia-se Globo) para o Governo do Estado apontando a liderança do candidato do MDB, José Maranhão, com 31% das intenções de voto. Os candidatos do PV, Lucélio Cartaxo, apareceu em segundo com 18% e João Azevedo, do PSB, com 17% – neste caso se traduz em empate técnico.
A análise a seguir resulta de uma abordagem exclusivamente focada nos números absolutos sem adjetivação. Em sendo assim, atesta-se que o candidato do MDB se mantém com maior recall (lembrança de seu nome no inconsciente popular) do que os seus concorrentes. É pertinente conjugar esta condição de Maranhão com a liga de sua imagem com o elemento de ser Ficha Limpa alinhando sua performance à experiência ao invés do desgaste por ter mais tempo como ex-governador.
Segundo o senador, a vantagem representa a aliança de sua candidatura com a opção do povo pelo seu projeto. "A pesquisa mostra que o povo está conosco", revelou ele pedindo à militância para manter o mesmo ritmo evitando o salto alto.

Maranhão comemora liderança em pesquisa e inaugura comitê...

“É uma luta de Davi e Golias. Estamos lutando contra o tesouro público. Mas ninguém é maior que a vontade do povo.” Foi com muita alegria que o senador Zé Maranhão (MDB) recebeu o resultado da pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (24). O candidato recebeu a notícia durante o discurso na inauguração do comitê central da campanha, que fica no número 845 da Avenida Ruy Carneiro em João Pessoa.
“Fico feliz com os números. Sempre bom ver o reconhecimento das pessoas pela nossa trajetória, pelas propostas que estamos trazendo, mas entendo que isso ainda é só o começo. Nós ainda temos uma jornada longa de conversas com o eleitor. Recebo os  números dessa pesquisa com muita serenidade. O que importa na verdade é a pesquisa do dia da eleição e nesta, temos certeza, que vamos estar na frente”, comentou Maranhão.
Maranhão também comemorou o fortalecimento nítido da campanha a cada dia que passa. “Recebemos adesões de prefeitos que se desiludiram com promessas falsas, abandonaram quem os enganava e vieram para o caminho da verdade”, disse.
Em sua fala, Zé reforçou compromisso que já assumiu com a população como trabalhar para o desenvolvimento econômico do estado, melhorias na educação e, principalmente, na saúde e na segurança pública. Segundo Maranhão, “a Paraíba tem urgência e clama por segurança pública. A Polícia Militar está com quadros defasados. Num tempo em que a segurança pública está cada vez mais precária, irei convocar todos. Sou homem que cumpre lei. Concurso público não pode ser uma brincadeira, uma enganação. Precisamos de uma polícia moderna e qualificada para que o povo volte a se sentir em paz.”
Em relação à saúde, ele confirmou ser sua prioridade. “As pessoas querem ser atendidas, querem sair da fila por um exame ou cirurgia. Vou retomar a gestão pública dos hospitais, construir um hospital do trauma no sertão e garantir que todos possam ter acesso a um serviço público de saúde com qualidade”.