“Se minha mulher, for vice de Efraim Filho e Romero Rodrigues ficar com Cícero Lucena, romperemos. Eu não serei desmoralizado”, disse Bruno, segundo a fonte. O recado evidencia a tensão interna na oposição estadual e reforça que ainda existem negociações delicadas sobre a distribuição de espaços na chapa majoritária. A definição do vice é considerada estratégica para unir os partidos e consolidar uma pré-candidatura competitiva ao Governo da Paraíba.
Analistas políticos apontam que a declaração de Bruno Cunha Lima demonstra firmeza e pode alterar a dinâmica da pré-campanha, especialmente após Romero Rodrigues já ter declarado em janeiro deste ano apoio a Cícero, mas ainda se esquivar de assumir qualquer posição na chapa. Em caso de rompimento, se Bruno apoiar George Morais (irmão de Efraim) para deputado federal acabará derrotando Romero, que tem sua principal base em Campina Grande, em particular, na prefeitura local.

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