sábado, 28 de março de 2020

Corte de 50% no Sistema S pode agravar a crise do coronavírus; Demissões somente no Sesc e Senac devem superar 10 mil trabalhadores...

MP junto ao TCU quer retirar dirigentes suspeitos de eleição para a CNC
O corte de metade dos recursos das entidades do Sistema S durante três meses pode sair muito mais caro para o País que os R$2 bilhões que o ministro Paulo Guedes (Economia) pretende “poupar” para as ações contra o Covid-19.
Para se fazer ideia da desinteligência, somente no Sesc e Senac, entidades da Confederação Nacional do Comércio (CNC), representará 10.210 demissões imediatas, 265 unidades fechadas e queda de 2,8 milhões de atendimentos (vagas e inscrições em serviços). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Assim como há Sesc e Senac no âmbito da CNC, há o Sesi e Senai na CNI (Indústria), a Senat na CNT (Transportes) etc. A ruína seria geral. Somente a Federação Nacional das Empresas de Segurança (Fenavist) estima 100 mil demissões com o corte pretendido por Paulo Guedes.
Entidades do Sistema S apelam a Deus e ao diabo na Terra do Sol para evitar cortes. Mas faltam interlocutores com quem decide: Paulo Guedes. O problema é que Paulo Guedes está entre os que associam o Sistema S a corrupção e a gestões do passado que se locupletaram das entidades.

PSB anuncia filiação do presidente da Câmara de Cajazeiras e mais quatro pré-candidatos a vereador

PSB anuncia filiação do presidente da Câmara de Cajazeiras e mais quatro pré-candidatos a vereador
O presidente da Câmara de Cajazeiras, Delsinho da Serra da Arara (PTC), confirmou na manhã deste sábado (28) sua filiação ao PSB do pré-candidato a prefeito Marquinhos Campos e do deputado estadual Jeová Campos.
Mais quatro pré-candidatos a vereador também se filiaram ao partido socialista. São eles: Amanda Lucena, Samuel da Silva Soares, Daiane Lins Mendes, Valcilene Carvalho de Albuquerque.

Eleições 2020: Pré-candidaturas de Zezinho de Bola e Tota do Alface incomoda adversários em Lagoa Seca...

O lançamento da pré-candidatura da chapa formada por José Gonçalves da Silva (Zezinho de Bola) e Antônio de Andrade Araújo (Tota do Alface) – ambos do Avante 70 - para a prefeitura de Lagoa Seca/PB já começou a incomodar os adversários, que não tem como mostrar ao povo uma administração plena e popular em termos de benefícios sociais e investimentos na educação e na sustentabilidade do jovem e do trabalhador rural,  e usam determinadas pessoas para espalharem notícias falsas, calúnias e difamações contra quem, de fato, está unido e tentando ajudar a população.
Somente depois das últimas críticas, orientações e até apelos de união solidária dos políticos em favor da classe trabalhadora de Lagoa Seca, feitas por Zezinho de Bola, é que a atual administração resolveu se manifestar de alguma forma, na tentativa de minimizar o estado de abandono por que passa o município atualmente.
Zezinho de Bola cobrou das atuais autoridades públicas locais medidas para ajudar os agricultores que estão sofrendo tanto com a possibilidade de contrair o vírus como com a penúria econômica, já que não estão podendo produzir e consequentemente vender para conseguir renda para manter a família. Como nenhuma das esferas governamentais se pronunciou ainda com alguma medida em favor dos agricultores Zezinho de Bola e Tota do Alface resolveram se reunir para tentar encontrar algum meio de ajudar os agricultores da região. 
Só após a repercussão da preocupação da chapa de oposição com os agricultores locais é que o prefeito Fábio Ramalho resolveu se pronunciar sobre a questão, afirmando que o comércio pode reabrir parcialmente suas portas a partir de segunda-feira no período de 7h às 13h e que vai doar o próprio salário para ajudar na compra de medicamentos para o hospital que deve atender ao povo vítima do novo coronavírus futuramente. 
Zezinho de Bola, entretanto, continua fazendo um alerta para que a população tome as devidas medidas de proteção contra o vírus e fique de olho nessa informação do prefeito de que vai doar seu salário para a compra de remédios. O pré-candidato considerou uma hipocrisia a fala do prefeito, “já que ele é representante de medicamentos aqui na Paraíba e estados vizinhos”, comentou. Além disso, Zezinho de Bola ainda lamenta a atitude da atual gestão municipal no sentido de incentivar pessoas escreverem em grupo WhatsApp reações contrárias, como ocorreu nesta sexta-feira às 19:21h, no grupo Lagoa Seca Debate: “(...) Lagoa seca tem um gesto de verdade Lagoa seca tá em boas mãos ñ precisa de união política,  temos um gesto que está em contato com todas as esferas estaduais, federais pra resolver o problema de pandemia, quere fazer do problema um cabide eleitoral ñ dar né (...)”, em represália ao seu pedido de união solidária política de todos em favor da prevenção do coronavírus em prol do povo de Lagoa Seca, em especial os agricultores que estão muito prejudicados.

QUEM SÃO

José Gonçalves (Zezinho de Bola) e Antonio de Andrade (Tota do Alface) surgiram das hostes do povo e possuem raízes no meio rural. Zezinho de Bola foi vereador em Lagoa Seca no período de 1993 a 1996 e tem uma vasta folha de serviços prestados ao município de Lagoa Seca e região. Sua atuação na câmara foi inovadora. Foi através de seu trabalho que foram fundadas oito associações comunitárias rurais, quando na época o município não possuía Postos de Saúde da Família - PSF e nem farmácia básica. Das oito associações fundadas cinco delas foram beneficiadas diretamente com o mandado popular de Zezinho de Bola na câmara. Além disso, ele trabalhou para que chegasse a eletrificação rural na comunidade de Gravatá do Cumbe, no limite com Massaranduba, e também para parte da comunidade de Caxangá, no limite com Puxinanã. Sua atuação estende-se também, ao campo social, criando a meia entrada em estabelecimentos recreativos e culturais do município para os estudantes da rede municipal, e ainda, reivindicou melhorias em parte do saneamento básico da cidade, o qual hoje segue com grande deficiência, sem a observância da administração municipal, haja visto nas últimas chuvas a cidade ficou completamente alagada com as galerias obstruídas, por não ter um esgotamento adequado ao aumento da população.
Ele ainda atuou para implantar uma lavanderia pública no sítio Covão e um poço artesiano com vazão de mais de 5 mil litros de água. A comunidade Gruta Funda também recebeu benefício do trabalho de Zezinho de Bola, que conseguiu recursos para o calçamento de uma ladeira que na época de chuva era impossível subir ou descer. Ao todo são 512 metros de calçamento. Os recursos para as obras foram conseguidos pelas associações comunitárias rurais, oriundos do Banco Mundial, através do Projeto Cooperar. Zezinho de Bola é membro da Comissão Executiva Regional e presidente do diretório municipal do Avante70 Lagoa Seca.
Antonio de Andrade (Tota do Alface) é comprometido com empregos e renda em Lagoa Seca, complementando metas para o município. É um empresário que lutou a vida toda em defesa de gerar trabalho para atender as pessoas desempregadas, sobretudo na sua área de produção. Ele é produtor de hortifrutigranjeiros e pessoa bastante conhecida na cidade de Lagoa Seca e região do Agreste. Tota do Alface é da família Anacleto, muito respeitada no município. Ele fornece seus produtos para os mercados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

A CHAPA

Zezinho de Bola e Tota do Alface garantem que a chapa proporcional do Avante70 Lagoa Seca que vai concorrer ao pleito já está quase pronta formada pelos pré-candidatos a vereadores: Entre eles estão Danilo da Chã, Silvano Santos, de Campinote, Wamberton Santos, da Vila Florestal, Marilande Marques, esposa de Evandro de Manoel Pereira, Du Ramos, também da região de Campinote, Almeida e Pai Domingos e Luciano Coutinho. Brevemente será divulgada a chapa completa, tendo em vista determinados nomes que temem ser anunciados agora, pelo fato de serem comerciantes e outros por estarem na atual legislatura de vereador. Havendo uma aliança entre as oposições, o grupo político ainda pode apresentar uma segunda coluna de candidatos para concorrer a proporcional.
As fichas de filiação de Zezinho de Bola, Tota do Alface e dos pré-candidatos a vereadores ao Avante 70, foram abonadas pelo presidente regional deputado estadual Genival Matias, que apoia a chapa de oposição, e pelo presidente nacional Luis Tibé, deputado federal por Minas Gerais.

Apolinário Pimentel

sexta-feira, 27 de março de 2020

Sem prorrogação: TRE-PB lembra fim do prazo para troca de domicílio eleitoral para candidatos nas eleições 2020

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) divulgou nota oficial, na noite desta quinta-feira (27), enfatizando a proximidade do fim do prazo para troca de domicílio eleitoral para as pessoas que desejam se candidatar nas eleições municipais deste ano. A movimentação deverá ser requerida até o próximo dia 4 de abril.
“Em razão da pandemia do Novo Corona Vírus, o atendimento presencial nos cartórios eleitorais foi suspenso, mas para evitar o perecimento do direito, recomendamos àqueles que vão se candidatar este ano e ainda não são eleitores do município pelo qual desejam concorrer às eleições, que eles entrem em contato com sua Zona Eleitoral, por e-mail ou telefone (disponível no site do TRE-PB), para agendar o atendimento presencial, evitando aglomeração e o risco à saúde de todos”, diz trecho da nota assinada pelo corregedor Regional Eleitoral, desembargador Joás de Brito Pereira Filho.

ELEITORES
Para os eleitores, 6 de maio é uma data muito importante: é o último dia para que regularizem a sua situação junto à Justiça Eleitoral para poderem votar nas eleições de 4 de outubro. Assim, pessoas que perderam o recadastramento biométrico e tiveram o título cancelado, não justificaram a ausência nas últimas eleições ou ainda desejem alterar o domicílio eleitoral têm até esse dia para se dirigirem ao cartório eleitoral mais próximo a fim de resolver suas pendências.

CONFIRA A NOTA NA ÍNTEGRA:
TRE-PB NOTA OFICIAL ELEIÇÕES 2020

NOTA OFICIAL

A Corregedoria Regional Eleitoral do TRE-PB lembra aos cidadãos que desejam candidatar-se nas eleições de 04 de outubro que o prazo do domicílio eleitoral encerra-se no próximo dia 04 de abril (seis meses antes do pleito).

Em razão da pandemia do Novo Corona Vírus, o atendimento presencial nos cartórios eleitorais foi suspenso, mas para evitar o perecimento do direito, recomendamos àqueles que vão se candidatar este ano e ainda não são eleitores do município pelo qual desejam concorrer às eleições, que eles entrem em contato com sua Zona Eleitoral, por e-mail ou telefone (disponível no site do TRE-PB), para agendar o atendimento presencial, evitando aglomeração e o risco à saúde de todos.

O TRE-PB agradece a compreensão geral face à excepcionalidade dos fatos.

João Pessoa, 26 de março de 2020.

Desembargador Joás de Brito Pereira Filho
Corregedor Regional Eleitoral da Paraíba

Governador João Azevêdo autoriza, com restrições, reabertura de bancos e lotéricas

Loteria Foto Marcelo Camargo Agência Brasil 1024x683 1 - Governador João Azevêdo autoriza, com restrições, reabertura de bancos e lotéricas
O governador João Azevêdo (Cidadania) autorizou, por meio do decreto 40.141 que será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (27), o atendimento presencial nas agências bancárias do Estado, que será restringido ao pagamento de salários, aposentadorias e benefícios do Bolsa Família e aos serviços que não podem ser realizados nos caixas eletrônicos e canais de atendimento remoto. As casas lotéricas também voltam a funcionar, devendo organizar e priorizar o atendimento para os pagamentos dos beneficiários do Bolsa Família.
Os estabelecimentos deverão adotar medidas de proteção aos seus funcionários, clientes e colaboradores, estabelecendo a distância de 1,5 metros entre cada pessoa e adotando, quando possível, sistemas de escala, alteração de jornadas e revezamento de turnos, para reduzir o fluxo e não permitir a aglomeração de pessoas.
O decreto também disciplina o funcionamento de restaurantes e lanchonetes localizados em rodovias federais e estaduais, desde que não situados em áreas urbanas. Os comércios devem fornecer apenas alimentação pronta, priorizando o atendimento aos motoristas de transporte de carga, respeitando a distância mínima de 1,5 metros entre os clientes e observando as demais regras sanitárias.
Já os serviços de call center deverão funcionar, a partir de amanhã, com redução de 30% do número total de funcionários em atividade presencial nas empresas, que devem organizar os postos, horários e turnos de trabalho para minimizar os riscos de transmissão de pessoa a pessoa, inclusive mantendo uma distância mínima de dois metros entre cada estação de trabalho ou posto de atividade; utilizar, preferencialmente, posto de atividade individual; realizar higienização constante de instalações, ambientes, superfícies, materiais e equipamentos; e cumprir as recomendações de prevenção e controle para o enfrentamento da Covid-19 expedidas pelas autoridades sanitárias competentes, inclusive a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Permanecem proibidos o trabalho in loco de funcionários acima de 60 anos; gestantes e lactantes; pessoas que tenham histórico de doenças respiratórias ou doenças crônicas, que utilizam medicamentos imunossupressores ou que apresentem sintomas respiratórios, como febre, tosse, coriza ou dificuldade de respirar.
O decreto também autoriza o funcionamento de oficinas e concessionárias exclusivamente para serviços de manutenção e conserto em veículos; empresas prestadoras de serviços de mão-de-obra terceirizada; fábricas de bomba de irrigação, ventiladores e ar-condicionado, bem como os seus respectivos serviços de manutenção; serviços funerários; vigilância e certificações sanitárias e fitossanitárias; transporte e entrega de cargas em geral; transporte de numerário; produção, distribuição e comercialização de combustíveis e derivados; e geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.
Por fim, a medida ainda impõe regras de funcionamento para os supermercados que devem realizar controle de acesso a uma pessoa por família, a não ser em caso de absoluta impossibilidade da presença desacompanhada; limitar o número de clientes a uma pessoa por cada 5 m² do estabelecimento; e cumprir todas as recomendações de prevenção e controle para o enfrentamento da Covid-19.
O novo decreto visa adotar novas medidas temporárias e emergenciais de prevenção de contágio pelo novo coronavírus e tem como base o Estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), decretado pelo Ministério da Saúde; a declaração da condição de transmissão pandêmica sustentada da infecção humana pelo coronavírus, anunciada pela Organização Mundial da Saúde; e o decreto de Situação de Emergência na Paraíba. As demais medidas restritivas adotadas pelo Governo do Estado continuam em vigor.

quinta-feira, 26 de março de 2020

Bolsonaro em águas turvas: perde apoio militar e tese de impeachment ou renúncia gravita por Brasília; Renúncia passa por anistia aos filhos...

Renúncia de Bolsonaro passa por anistia dos filhos, diz colunista
O texto que, com toda a certeza, foi o mais lido e comentado sobretudo nas rodas políticas de norte a sul do Brasil, nesta quinta-feira (26), foi o da jornalista Maria Cristina Fernandes, publicado no conceituado jornal Valor Econômico.
Sob o título “Carta renúncia” e o sub-título “A costura de uma renúncia, como saída, passa pela anistia aos filhos”, o texto relata acontecimentos de bastidores que, sem dúvida nenhuma, pôs o presidente Jair Bolsonaro de Barbas de molho.
Esta coluna transcreve, na íntegra, o texto de Maria Cristina Fernandes, transcrito do Valor Econômico. Confiram:

“A Carta renuncia

A costura de uma renúncia, como saída, passa pela anistia aos filhos
Por Maria Cristina Fernandes

A tese do afastamento do presidente viralizou nas instituições. O combate à pandemia já havia unido o país, do plenário virtual do Congresso Nacional ao toque de recolher das favelas. Com o pronunciamento em rede nacional, o presidente conseguiu convencer os recalcitrantes de que hoje é um empecilho para a batalha pela saúde da nação. Se contorná-lo já não basta, ainda não se sabe como será possível tirá-lo do caminho e, mais ainda, que rumo dar ao poder em tempos de pandemia. A seguir a cartilha do presidiário Eduardo Cunha, seu afastamento apenas se dará quando se encontrar esta solução. E esta não se resume a Hamilton Mourão.
Ao desafiar a unanimidade nacional, no uniforme de vítima de poderes que não lhe deixam agir para salvar a economia, Bolsonaro já sabia que não teria o endosso das Forças Armadas para uma aventura que extrapole a Constituição. Era o que precisaria fazer para flexibilizar as regras de confinamento adotadas nos Estados. Duas horas antes do pronunciamento presidencial, o Exército colocou em suas redes sociais o vídeo do comandante Edson Leal Pujol mostrando que a farda hoje está a serviço da mobilização nacional contra o coronavírus.
Pujol falou como comandante de uma corporação que tem a massa de seus recrutas originários das comunidades mais pobres do país, hoje o foco de disseminação mais preocupante para as autoridades sanitárias. Disse que agirá sob a coordenação do Ministério da Defesa. Em nenhum momento pronunciou o presidente. Moveu-se pela percepção de que uma tropa aquartelada hoje é mais segura que uma tropa solta. Na mão inversa do trem desgovernado do discurso presidencial daquela noite.
Quando já estava claro que descartara o papel de guarda pretoriana, Pujol reforçou a importância do combate ao coronavírus: “Talvez seja a missão mais importante de nossa geração”. Vinte e quatro horas depois, o vídeo ultrapassava 500 mil visualizações, mais do que o dobro do efetivo do Exército.
O distanciamento contaminou os ministros militares com assento no Palácio do Planalto. “Não quero ter minha digital nisso”, comentou um deles ao perceber o rumo provocativo que o pronunciamento da noite de quarta-feira teria. Deixou o Palácio antes da gravação, conduzida sob o comando dos filhos e da milícia digital do bolsonarismo.
A insistência do presidente na tese esticou a corda com os governadores e com o Congresso, que amanheceu na quarta-feira colocando pilha na saída do ministro Luiz Henrique Mandetta. A pressão atingiu o pico do dia com o rompimento do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), com o presidente. Aliado de primeira hora de Bolsonaro, presença mais frequente, entre seus pares, nas solenidades do Palácio do Planalto, Caiado foi um dos principais padrinhos de Mandetta, um deputado do Mato Grosso do Sul que não disputou em outubro de 2018 porque temia não se reeleger.
O ministro negaria a demissão numa entrevista em que citou Caiado, mas não Bolsonaro. O Congresso mantinha a aposta na saída de Mandetta como mais um tapume no isolamento do presidente quando João Doria, na reunião de governadores com o presidente, partiu para o confronto. O discurso de palanque do governador de São Paulo não é unanimidade entre os envolvidos em busca de uma solução de consenso, especialmente os da farda, mas sua ação deliberada para levar os governadores a recusar interlocução com o presidente, caiu como uma luva para a estratégia de levar Bolsonaro ao limite do isolamento.
Para viabilizar o enfrentamento dos governadores, o Congresso busca meios de manter o acesso dos Estados a recursos com os quais possam manter suas políticas de combate à doença, hoje confrontadas pelo Planalto. O pronunciamento acabou por frear a proposta de emenda constitucional com a qual se pretendia criar um orçamento paralelo para viabilizar as ações de Bolsonaro no combate à pandemia e calar a tecla com a qual o presidente se diz impedido de agir pelo Congresso. Cogitou-se até incluir nesta PEC instrumentos com os quais Bolsonaro poderia ter mais poderes sobre o confinamento e o confisco de insumos hospitalares, como meio de evitar o Estado de Sítio.
Ainda que Bolsonaro hoje não tenha nem 10% dos votos em plenário, um processo de impeachment ainda é de difícil de viabilidade. Motivos não faltariam. Os parlamentares dizem que Bolsonaro, assim como a ex-presidente Dilma Rousseff, já não governa. Se uma caiu sob alegação de que teria infringido a Lei de Responsabilidade Fiscal, o outro teria infrações em série contra uma “lei de responsabilidade social”. Permanece sem solução, porém, o déficit de legitimidade de um impeachment em plenário virtual.
Vem daí a solução que ganha corpo, até nos meios militares, de uma saída do presidente por renúncia. O problema é convencê-lo. A troco de que entregaria um mandato conquistado nas urnas? O bem mais valioso que o presidente tem hoje é a liberdade dos filhos. Esta é a moeda em jogo. Renúncia em troca de anistia à toda tabuada: 01, 02 e 03. Foi assim que Boris Yeltsin, na Rússia, foi convencido a sair, alegam os defensores da solução.
Não faltam pedras no caminho. A primeira é que não há anistia para uma condenação inexistente. A segunda é que ao fazê-lo, a legião de condenados da Lava-Jato entraria na fila da isonomia, sob a alcunha de um “Pacto de Moncloa” tupiniquim. A terceira é que o Judiciário, agastado com o bordão que viabilizou o impeachment de Dilma (“Com Supremo com tudo”), resistiria a embarcar. E finalmente, a quarta:
Quem teria hoje autoridade para convencer o presidente? Cogita-se, à sua revelia, dos generais envolvidos na intervenção do Rio, PhDs em milícia.
A única razão para se continuar nesta pedreira é que, por ora, não há outra saída. Na hipótese de se viabilizar, o capitão pode estar a caminho de encerrar sua carreira política como começou. Condenado por ter atentado contra o decoro, a disciplina e a ética da carreira militar, Bolsonaro foi absolvido em segunda instância. Em “O cadete e o capitão” (Todavia, 2019), Luiz Maklouff, esboça a tese de que a absolvição foi a saída encontrada para o capitão deixar a corporação.
Em seguida, o Bolsonaro disputaria seu primeiro mandato como vereador no Rio. Trinta e quatro anos depois, a borracha está de volta para esfumaçar o passado. Desta vez, com o intuito de tirá-lo da política.”

Bolsonaro confirma vale de R$ 600 para trabalhador informal

Brasília - O presidente Jair Bolsonaro disse na noite desta quinta-feira que o auxílio oferecido a trabalhadores informais atingidos pela crise do coronavírus será de R$ 600. O valor é o triplo do inicialmente anunciado pela equipe econômica e também é superior ao que estava sendo negociado por parlamentares.
"Aquela ajuda inicial dos informais, que era muito pouco. Conversei com o Paulo Guedes e o Paulo Guedes resolveu triplicar esse valor. Estamos passando essa ajuda emergencial de R$ 600 por três meses para os informais", disse Bolsonaro, durante live pelas redes sociais.
O vale para informais, apelidado de "coronavoucher", é uma forma de repor a renda de trabalhadores de baixa renda que não têm condições de trabalhar durante a quarentena para conter a disseminação do vírus. O auxílio de R$ 200 custaria R$ 15 bilhões ao longo de três meses. O governo ainda não divulgou o impacto fiscal do vale de R$ 600.

Ex-prefeito de Catingueira Edivan Félix, fora do grupo de risco e em cela isolada, pede prisão domiciliar por causa do coronavírus e Justiça rejeita pedido

O pedido do ex-prefeito de Catingueira, José Edivan Félix (foto), para deixar a prisão durante a pandemia do coronavírus foi rejeitado pelo juiz da 14ª Vara da Justiça Federal, Rafael Chalegre do Rego Barros. Edivan está recolhido no Presídio Regional de Patos desde novembro de 2019, cumprindo prisão preventiva após ser alvo da quarta fase da Operação Recidiva. Ele também é investigado por lavagem de dinheiro através de criptomoedas.
A defesa de José Edivan alegou que ele deveria ser colocado em prisão domiciliar para não correr o risco de contrair o Covid-19. Além disso, declarou que o presídio está superlotado e que o ex-gestor está na lista de presos com comorbidade, ou seja, tem diagnóstico de estar com mais de uma doença simultaneamente. O Ministério Público Federal entendeu que o ex-prefeito deve ser mantido preso, pois não está no grupo de risco, por ter ainda 59 anos, e que ele está isolado em cela especial por possuir nível superior de ensino.
"O condenado não possui idade avançada (59 anos) e não se tem notícia de que, desde sua segregação, tenha sofrido enfermidades bacterianas e parasitárias (tuberculose, meningite, AIDS) que assolam os presidiários. O réu já se encontra isolado e também poderá receber imediato tratamento na remota possibilidade de apresentar sintomas da doença", argumentou o MPF.
Veja trecho da decisão do juiz Rafael Chalegre do Rego Barros

sexta-feira, 20 de março de 2020

Governador determina barreiras sanitárias em aeroportos e rodovias, fechamento de academias e centros esportivos e suspensão de eventos religiosos

Em reunião mantida nesta quinta-feira (19), o governador João Azevêdo e os prefeitos de João Pessoa e de Campina Grande, Luciano Cartaxo e Romero Rodrigues, respectivamente, definiram medidas conjuntas para conter a disseminação do novo coronavírus na Paraíba.  Os encontros ocorreram no Palácio da Redenção, em João Pessoa, e contou com a presença de secretários estaduais e municipais.
Dentre as novas ações anunciadas pelo governador e que entrarão em vigor, em concordância com os gestores municipais, estão a implantação de barreiras sanitárias nos aeroportos da Paraíba e nas rodovias federais que interligam o Estado com os que têm casos confirmados da Covid-19; interrupção de embarcações turísticas e de esporte no Litoral paraibano e de atividades nas academias, ginásios e centros esportivos públicos e privados; e a suspensão temporária de cultos e eventos religiosos.
Também ficou definido que o poder público poderá requisitar, em caráter excepcional, o usufruto de bens e recursos, em especial de médicos, leitos, materiais, medicamentos, insumos, por tempo indeterminado, mediante justa remuneração arbitrada pelas autoridades competentes. A gestão estadual ainda anunciou que irá suspender o desembarque e a circulação da tripulação de navios de carga no Porto de Cabedelo e das atividades das feiras de negócios do Mercado de Artesanato Paraibano e do Centro de Artesanato Júlio Rafael. A distribuição de leitos de internação e de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) em João Pessoa e Campina Grande também foi apresentada nas reuniões.
Na ocasião, João Azevêdo falou da necessidade de adoção de medidas urgentes para conter a disseminação da Covid-19. “Um conjunto de medidas está sendo implementado, que terá impactos econômicos muito fortes, mas é preciso entender que estamos lidando com a vida das pessoas. O nosso interesse é passar por essa fase, sairemos dela mais fortes e precisamos, neste momento, ter o canal de diálogo aberto, com reuniões produtivas como as ocorridas hoje”, disse.
O governador também assegurou que a gestão estadual irá compartilhar com os municípios recursos provenientes do Governo Federal, destinados ao combate do coronavírus, para auxiliar na alocação de pessoal e equipamentos de suporte à vida. Ele ainda detalhou os pleitos apresentados pelo Fórum de Governadores do Brasil  ao governo central para reforçar as ações na saúde e na economia, como a liberação emergencial de recursos para as Secretarias Estaduais de Saúde, suspensão dos pagamentos de amortização e juros de dívidas com a União e bancos públicos, aprovação das medidas contidas no Plano Mansueto e rebaixamento da meta de superávit primário do governo federal.
O prefeito Luciano Cartaxo destacou a importância da iniciativa, visando à antecipação de medidas de enfrentamento ao coronavírus. “O processo de conscientização é muito grande e as pessoas estão entendendo bem a importância do isolamento. A prefeitura está à disposição para avaliar cada medida e tomá-las de forma antecipada e é importante que as Secretarias de Saúde de João Pessoa e da Paraíba estejam unidas na luta contra a Covid-19, com a padronização do sistema de regulação e mecanismos de acompanhamento”, pontuou.
Por sua vez, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, fez uma avaliação positiva do encontro. “Nós temos que nos dar as mãos – governos federal, estadual e municipais – para adoção de políticas públicas que atendam as pessoas que mais precisam e temos esse compromisso de tratar as coisas com seriedade”, comentou.
Também participaram da reunião, os procuradores da República (MPF), José Guilherme Ferraz e Janaína Andrade; o procurador-geral de Justiça da Paraíba, Francisco Seráphico; o coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, Saúde e Consumidor, Raniere Dantas; e Carlos Eduardo (procurador do Ministério Público do Trabalho).

domingo, 15 de março de 2020

Acabou o suspense: Ex-prefeito Berguim tem nome referendado por líderes das oposições para ser pré-candidato a prefeito nas eleições deste ano em Itaporanga

Direto de Itaporanga - Em uma noite de domingo (15) com chuva em Itaporanga, no Vale do Piancó, a população comemorou decisão tomada a tarde pelos líderes das oposições que sacramentou a escolha do nome do ex-prefeito Audiberg Alves como pré-candidato a prefeito, pelo bloco. Um nome de gabarito, liderança inconteste e capaz de ganhar as eleições vindoura com o apoio de todas as camadas da sociedade. Tanto a população quanto a base de situação vinham numa grande expectativa para saber quem seria o candidato pelas oposições. Um suspense que acabou nesse domingo.
O ex-prefeito atende assim um clamor popular para que entrasse na disputa. A reunião que sacramentou o nome de Berguim, como é mais conhecido, aconteceu na residência do comerciante e ex-presidente da câmara local, Lula da Farmácia, cujo resultado obtido por meio democrático e em votação aberta contou com quase unanimidade dos pré-candidatos que vinha pleiteando a escolha. Dos 12 pré-candidatos que se dispuseram a entrar numa pesquisa de opinião pública, realizada recentemente, onde o ex-prefeito teve larga margem de vantagem, o vereador Neném de Adailton foi voto vencido, mas manteve-se como pré-candidato sem abrir mão enquanto o mesmo não fizer mais uma pesquisa que lhe convença de sair da disputa. Todos concordaram que ele querendo é legítima sua postulação, entretanto, que o candidato escolhido pelo bloco foi o ex-prefeito Berguim.
Os grupos políticos, partidos, vereadores e pré-candidatos a vereadores, decidiram pelo nome de Berguim, presentes estavam: o ex-vereador Ricardo Pinto, o ex-presidente da câmara Jacklino Porcino, o sindicalista Jucelino Porcino, o vereador João Guimarães, o vereador Jailson de Zeca, o comerciante Rangel Guimarães, a advogada Jailma Sousa, o suplente Zé Armando (representando o Clã do ex-prefeito Will Rodrigues), o empresário e construtor Arlington Queiroz (participou por telefone), o ex-superintendente do Dnit Expedito Leite (presidente do SD), Custódio Júnior (que foi candidato a deputado federal, terceiro mais votado em Itaporanga em 2018).
Presentes, ainda, o professor Ivo Teixeira (segundo mais bem votado pra deputado estadual em 2018), o vereador Jucivan Araújo, o médico Jaildes Felismino (presidente do PT), a pastora Selma. O atual vice-prefeito Herculano Pereira justificou a ausência por estar em João Pessoa, mas manteve-se aliado ao bloco de oposição.. Com isso, as oposições dão um passo importante para entrar com força na disputa pela sucessão municipal deste ano. O ex-prefeito Berguim agradeceu o apoio maciço dos grupos e partidos das oposições e disse estar ciente da responsabilidade que tem para retomar a confiança e auto-estima dos itaporanguenses.
"Só tenho a agradecer o apoiamento ao meu nome por todos os partidos, líderes e grupos das oposições, para juntos apresentarmos um projeto construído do anseio popular. Faremos uma campanha da paz e do bem para Itaporanga, para que nossos conterrâneos possa se orgulhar de serem livres com um governo voltado para o coletivo, verdadeiramente para os itaporanguenses. Agora é partir pra luta e arregaçar as mangas, pra vencermos as eleições", disse o ex-prefeito Berguim.
A partir de agora, o time vai entrar em campo e as oposições surgem forte para o embate eleitoral. E mais novidades vão surgir nos próximos dias.... 

sexta-feira, 6 de março de 2020

Após pedido de intervenção em Bayeux, João Azevêdo diz que Estado está pronto para tomar medidas e manter gestão funcionando

O governador João Azevêdo comentou na manhã desta sexta-feira (06) sobre o pedido feito pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) para que o Estado faça uma intervenção junto à Prefeitura Municipal de Bayeux. Apesar da decisão do TCE-PB tomada em plenário, o Estado ainda não recebeu notificação do pedido e só poderá se manifestar oficialmente após a formalização.
Ainda assim, o governador antecipou que “o Governo do Estado estará pronto para tomar as medidas necessárias para manter a gestão funcionando e as pessoas com a assistência, com os serviços que precisam ser prestados, de saúde, educação”.
Em entrevista coletiva concedida à imprensa, João Azevêdo declarou que “assim que a Justiça encaminhar, nós vamos tomar todas as medidas necessárias para fazer com que, primeiro, não haja dissolução de continuidade numa gestão de uma cidade tão importante, quase 100 mil habitantes aqui na região metropolitana. Isso seria o caos administrativo para uma cidade”.
Até o momento não há definição sobre a nomeação de um interventor pelo Governo do Estado da Paraíba para comandar a gestão na cidade de Bayeux. “É uma questão que será tratada a partir da oficialização do processo”, afirmou o governador.
Ele enfatizou ainda que “manter o funcionamento da máquina administrativa de Bayeux vai ser uma tônica assim que nós tivermos e fomos notificados”.
Na última quarta-feira (04), o TCE-PB aprovou, por unanimidade, o pedido de intervenção estadual na Prefeitura Municipal de Bayeux. A decisão decorre da análise de uma inspeção especial de contas realizada no município. 
O relator da matéria, conselheiro André Carlos Torres Pontes, em seu voto, reconheceu os requisitos constitucionais necessários para a medida extrema, diante das graves irregularidades apontadas no relatório da Auditoria.

quinta-feira, 5 de março de 2020

Governo da Paraíba aciona justiça contra a Cruz Vermelha cobrando R$ 52 milhões em ressarcimento por desvio de verbas

O Governo da Paraíba entrou com uma ação de ressarcimento de valores contra a Cruz Vermelha Brasileira cobrando o valor de R$ 52,2 milhões, que teriam sido desviados dos cofres públicos. A ação movida pela Procuradoria-Geral do Estado tramita na 5ª Vara da Fazenda Pública da Capital.
Além da Cruz Vermelha, seis dirigentes da OS também são alvos da ação. São eles: Sabrina Grasielle de Castro Bernardes, Milton Pacífico José Araújo, Ricardo Elias Restum Antonio, Constantino Ferreira Pires, Sidney da Silva Schmid e Saulo de Avelar Esteves.
A Cruz Vermelha administrou o Hospital de Trauma de João Pessoa e as contas dos contratos firmados com a OS são a base da denúncia. 

segunda-feira, 2 de março de 2020

Clã Porcino reacende força de luta em prol do povo com pré-candidatura de Jucelino Porcino a prefeito e embola disputa em Itaporanga

A imagem pode conter: Jucelino Porcino, sentado, mesa e área interna
Vai ficando interessante a corrida eleitoral esse ano pela prefeitura de Itaporanga, claramente aberta para os competidores em potenciais. A novidade que o fim de semana recém-findo nos deu foi a pré-candidatura do audacioso Jucelino Porcino, levando ao tabuleiro a grife do Clã Porcino que alcançou seu ápice com a eleição de seu tio, sindicalista Antônio Porcino, como prefeito (2005-2008) e eleito suplente de senador (Zé Maranhão, em 2002). Antes, já foi vice-prefeito (2001-2004, do ex-prefeito Will Rodrigues)
O Clã Porcino já dispunha da 'Baraúna' Zé Porcino com vários mandatos na Câmara Municipal aonde desempenhou com fervor o mandato de Vereador. Mais tarde, em 2012, teve outro Porcino, desta vez Jacklino, que fez um festejado mandato também como Vereador, vindo a exercer com segurança e capacidade a presidência do Legislativo-Mirim local. Nesse meio tempo, tivemos Paulo Porcino (em 2008) e Zé Porcino (em 2012) como candidatos a vice-prefeito.
Uma das marcas registradas do saudoso ex-prefeito Antônio Porcino, por exemplo, foi a de cumprir o que falava. Porcino não prometia, ele falava, estava dito e cumpria. E fez muito por Itaporanga sem ensejar por promessas vazias. Portanto, a entrada de Jucelino Porcino como pré-candidato ao cargo de prefeito reacende uma força vigorosa em prol do povo que leva preocupação à base de situação, pois ao lançar seu nome pela oposição causa forte baixa no esquema de situação - que elegeu Divaldo em 2016.
Presidente do Sinpospetro, no estado do Mato Grosso, Jucelino é elogiado por sua atuação e capacidade à frente do sindicato dos frentistas e pela condução na defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores do setor. Em contato com o Blog, nesta segunda (2), ao lado do irmão ex-presidente da câmara Jacklino, ele disse estar empenhado em mostrar ao povo de Itaporanga que existe uma opção capaz de lutar pelo bem da coletividade e do desenvolvimento do município.
"Quero mostrar que temos uma opção e vamos construir um projeto capaz de retomar a dignidade do povo itaporanguense", pontua. Portano, está pronto e firme pra enfrentar a contenda.
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Cartaxo dá prazo até fim do mês para que “aliados” decidam se permanecem no governo

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), deu um ultimato aos partidos que integram o arco de alianças do Partido Verde, na capital. Quem for lançar candidato próprio, terá que entregar os cargos mantidos na prefeitura. A lista de siglas que podem ser abarcadas pela decisão envolve PSDB, que tem Ruy Carneiro como candidato, e o PP, além do SD do vice-prefeito Manoel Júnior.
Cartaxo aponta o dia 30 de março como prazo razoável para a definição do nome por parte dos aliados. “Quero saber quais os partidos vão querer continuar conosco. Vamos aguardar as definições dos partidos. Mas, é natural que vivemos em um processo democrático. Eu não faço nada sem consultar. Vai chegar o momento da decisão. Nesse mês de março vamos ter a decisão de tudo que está sendo feito”, ressaltou.
Na base do prefeito, o que não falta é quem esteja disposto a disputar as eleições. Entre os secretários, a maior movimentação é a de Durval Ferreira (PP). Na sala ao lado, Cartaxo deve esbarrar com muita frequência com Manoel Júnior em busca de votos. Outro que “bate cartão” nos eventos da prefeitura é o deputado federal Ruy Carneiro (PSDB). Cartaxo garantiu, no entanto, que o candidato sairá das fileiras do PV.
Ou seja, teremos muita gente deixando o governo neste mês.

Henrique Maroja deixa o Cidadania e se filia ao PSL e vai disputar a prefeitura de Santa Rita

O empresário e advogado Henrique Maroja, filho da ex-deputada Estefânia Maroja, acaba de se filiar ao PSL para disputar a prefeitura de Santa Rita. Em 2016, antes de levar uma rasteira do então deputado estadual Janduhy Carneiro, Maroja disputava o segundo lugar nas pesquisas eleitorais.
Maroja estava filiado ao Cidadania, antes mesmo da chegada do governador João Azevedo, mas a cúpula do partido e Ronaldo Guerra não quiseram apostar numa candidatura própria em Santa Rita. É um bom quadro que o partido perde por falta de diálogo e tática eleitoral.

Cícero Lucena deixa em aberto volta à política: “Quem sabe é Deus sobre o amanhã”

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O ex-senador Cícero Lucena (PSDB) comentou nesta segunda-feira (2) a possibilidade do seu retorno à cena política paraibana. Sempre cotado para as disputas partidárias, Cícero deixou em aberto a sua volta para tentar um cargo eletivo. O Tucano cravou que permanece no PSDB, que sua intenção é se manter fora da política, mas o amanhã pertence a Deus.
“Continuo no PSDB, não sei nem quando é essa janela. Continuo pensando em não participar da vida pública agora sempre reafirmando que muitas vezes a gente tem um plano, mas quem sabe é Deus sobre o amanhã”, declarou. Cícero comentou que a decisão de ficar fora da política é familiar, e pontuou que uma mudança nessa decisão requer uma ‘causa bem maior’.
“Na verdade, a nossa decisão de família é que eu não volte à política então é necessário que haja uma causa bem maior para que justifique o meu retorno” comentou.

Eleições 2020: Governador Azevedo pode não participar de disputa onde tenha mais de um aliado se enfrentando

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Em Campina Grande o campo das esquerdas deve ter mais de uma candidatura nas eleições deste ano: Ana Cláudia (Podemos), Inácio Falcão (PC do B) e Gustavo Feliciano (PDT), já com projetos na rua, mas o partido do governador João Azevedo, o Cidadania, deve apresentar também um nome na disputa sendo o mais cotado o do secretário Geraldo Medeiros (Saúde).
Esse cenário tende a se repetir em João Pessoa e muitos outros municípios, o que leva o governador a adotar neutralidade aonde a disputa for entre aliados. Na Capital, por exemplo, o vereador Bruno Farias já avisou que o Cidadania terá candidatura própria. Outro partido da base governista, o DEM já lançou o ex-deputado Raoni Mendes como candidato a prefeito. 
Em Cajazeiras, o grupo ligado ao governo deve ter também duas candidaturas: a da ex-prefeita Denise Albuquerque (esposa do ex-prefeito Carlos Antônio), que vai concorrer pelo Cidadania e tem o apoio do deputado Júnior Araújo (que foi vice-prefeito de Denise), e Marcos Campos (PSB) que será candidato apoiado por seu irmão deputado Jeová Campos (PSB), aliado de João Azevedo.
Em Patos, a base aliada do governo deve ter dois candidatos: o deputado Nabor (Republicano) e o deputado Érico Djan (Cidadania). Aguarda-se, portanto, qual será a postura de João diante das postulações de aliados. Uma fonte ligada ao governador, no entanto, avaliou que ainda é muito cedo para tomar decisões. “Vamos aguardar ainda as filiações”, resumiu. 
Mas em alguns casos já certo que o governador não vai se envolver do pleito.

domingo, 1 de março de 2020

Juninho de Lula lança pré-candidatura a vereador e embaralha a disputa por uma vaga na Câmara Municipal de Itaporanga

Juninho no canto da mesa ao lado do coordenador do GI, Ricardo, ladeados por
Custódio Júnior, Lula da Farmácia, Professor Ivo e Nosman, na Orla do Bessa
Passadas as festas de carnaval as atenções se voltam agora para os próximos trinta dias, que antecedem o prazo final da janela partidária para os detentores de mandatos (Vereadores) mudarem de partido sem que sejam punidos pela legislação em vigor. O mesmo prazo vale para os demais postulantes a algum cargo eletivo nas eleições deste ano.
Em Itaporanga, no Vale do Piancó, uma novidade surgiu neste domingo (1º/3) no tabuleiro da disputa por uma das onze cadeiras na Câmara Municipal. Trata-se da pré-candidatura do jovem Juninho de Lula, filho do comerciante e ex-presidente da câmara Lula da Farmácia. Lula é pré-candidato ao cargo de prefeito, no pleito vindouro. Basta clicar na imagem para ampliar
Com a decisão, a família marca terreno e embaralha a batalha proporcional pela eleição dos 11 (onze) novos vereadores que se transforma numa parada duríssima. A pré-candidatura de Juninho é uma postulação que causa muita preocupação aos atuais vereadores porque se a situação já se configurava com certa dificuldade de reeleição para muitos, a partir de agora, será uma guerra gigantesca.
Chapas de grupos menores, como o GI (Grupo Independente), já estão bem definidas na busca de aumentar sua bancada para ao menos cinco cadeiras no Legislativo-Mirim. Enquanto, os maiores aonde pululam promessas e mais promessas a desconfiança é reinante por saberem da tendência de renovação girando em torno de 7 (sete) vagas na câmara.  

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

MP pede arquivamento de ação contra Dinaldinho que pode assumir prefeitura de Patos a qualquer momento

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O Ministério Público da Paraíba pediu o arquivamento de ações contra Dinaldinho. O pedido foi da 4ª Promotora de Justiça de Patos, Mariana Neves Pedrosa Bezerra.
Dinaldinho foi afastado da Prefeitura de Patos desde o dia 14 de agosto de 2018 por decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba a pedido do Ministério Público da Paraíba.
O prefeito foi denunciado no âmbito da Operação ‘Cidade Luz’, que investigou a existência de fraudes nos contratos de iluminação pública da cidade.
Com o afastamento de Dinaldinho, já passaram pela prefeitura o vice-prefeito Bonifácio Rocha assumiu e ficou por oito meses e renunciou. Com isso, o então presidente da câmara, vereador Sales Júnior assumiu, mas ficou também por pouco tempo. Depois de tanto relutar e ninguém querer administrar o 'rombo financeiro', foi a vez do decano Ivanes Lacerda aceitar o desafio e está no cargo desde agosto do ano passado.

Romero e Cartaxo devem anunciar nomes de seus candidatos na próxima semana

Passadas as festas de carnaval, os prefeitos Luciano Cartaxo (PV), da Capital, e Romero Rodrigues (PSD), de Campina Grande, devem revelar seus respectivos candidatos à sucessão municipal na próxima semana. 
Na Capital, os nomes mais fortes são dos secretários Socorro Gadela, Daniella Bandeira e Diego Tavares, todos pelo PV. Na Rainha da Borborema, entre os aliados de Romero, o nome mais próximo é o do deputado estadual e atual secretário Tovar e do deputado federal Pedro Cunha Lima, ambos do PSDB.