Bruno ressaltou que a festa ultrapassou o caráter cultural e se tornou um vetor estratégico para o desenvolvimento econômico do município. “O São João há muito tempo deixou de ser só uma festa. É o principal momento econômico de Campina, é a força motriz da geração de emprego e renda”, afirmou.
O prefeito também relembrou os números das edições anteriores para reforçar a dimensão do evento. “No passado, o São João movimentou mais de 720 milhões de reais na economia de Campina”, pontuou, ao destacar os impactos positivos nos setores formal e informal, no comércio e nos serviços.
Outro ponto enfatizado foi o modelo adotado pela gestão municipal que retirou a necessidade de investimento direto da Prefeitura na realização da festa. “Hoje, o São João de Campina não tem um real de investimento público da Prefeitura”, declarou, ao atribuir essa mudança à profissionalização do evento nos últimos anos.
Por fim, o prefeito também destacou a estratégia de antecipação do calendário como diferencial para fortalecer o turismo. “A gente divulga praticamente um ano antes para que o destino seja vendido turisticamente e Campina possa receber pessoas do Brasil inteiro e de outras partes do mundo”, completou.
A expectativa da gestão é que a edição 2026 amplie ainda mais o fluxo de visitantes e o volume de recursos movimentados na cidade, consolidando o evento como um dos principais ativos econômicos e turísticos de Campina Grande.

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