quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

TSE libera R$ 888 milhões do Fundo Partidário para financiar campanhas e com R$ 1,7 bilhão do fundo eleitoral, os partidos terão R$ 2,5 bilhões para gastar este ano

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou o uso do Fundo Partidário para financiar campanhas eleitorais deste ano. A decisão garante aos partidos políticos mais R$ 888,7 milhões para gastar, além do R$ 1,716 bilhão do fundo eleitoral, criado para compensar o veto às doações empresariais. Com o novo reforço de caixa, as legendas terão aproximadamente R$ 2,5 bilhões em 2018. O fundo é abastecido com recursos públicos, verbas da União, além de multas eleitorais.
A liberação consta de resolução aprovada pelo TSE em 18 de dezembro, publicada no início deste mês. Caberá aos dirigentes partidários definir a distribuição desses recursos entre os candidatos. A norma permite ainda que candidatos financiem suas próprias campanhas integralmente. A medida é questionada por permitir que candidatos mais ricos banquem 100% de sua participação eleitoral com recursos próprios, em uma disputa desigual com aqueles que não dispõem de tanto dinheiro.
O fundo partidário é distribuído entre as siglas na seguinte proporção: 5% são divididos igualmente entre as 35 registradas, e os 95% restantes, de forma proporcional, de acordo com o tamanho da bancada na Câmara. Além dos recursos partidários e doações de pessoas físicas, os candidatos poderão usar recursos próprios em suas campanhas, o chamado autofinanciamento. “O candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o limite de gastos estabelecido para o cargo ao qual concorre”, diz o texto da Resolução 23.553, relator foi o ministro Luiz Fux, que desde o dia 6 ocupa a presidência do TSE.
 As doações ficam limitadas a 10% dos rendimentos brutos auferidos pelo doador no ano anterior à eleição. Os bens próprios do candidato também poderão ser objeto de doação. Mas somente podem ser utilizados na campanha eleitoral quando demonstrado “que já integravam seu patrimônio em período anterior ao pedido de registro da respectiva candidatura”.
A resolução diz ainda que, além da doação ou cessão temporária de bens e serviços, as doações poderão ocorrer inclusive por meio da internet. No caso das doações bancárias, deverá constar o CPF do doador. Já “as doações financeiras de valor igual ou superior a R$ 1.064,10 só poderão ser realizadas mediante transferência eletrônica entre as contas bancárias do doador e do beneficiário da doação”.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

TSE define que candidatos poderão financiar a campanha com recursos próprios

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou uma resolução na qual definiu que um candidato poderá financiar toda sua campanha nas eleições deste ano com recursos próprios. A Resolução 23.553 foi aprovada em dezembro pelo plenário do TSE e publicada no último dia 2 no "Diário da Justiça Eletrônico". 
Relatada pelo presidente da Corte, Luiz Fux, a norma diz que "o candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o limite de gastos estabelecido para o cargo ao qual concorre". Pelo calendário eleitoral de 2018, o tribunal tem até 5 de março para confirmar todas as normas para o pleito deste ano. Até lá, portanto, esta e outras resoluções ainda poderão sofrer ajustes.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

RR agradece elogios de Maranhão à sua esposa, mas avisa: 'estamos na mesma luta'

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O prefeito de Campina Grande e pré-candidato ao governo do estado nas eleições de outubro próximo, Romero Rodrigues (PSDB), neste domingo (11), revelou que ainda não tinha visto os elogios que o também pré-candidato e senador, José Maranhão (MDB), tinha feito à sua esposa.
"Seria um prazer tê-la ao meu lado, pois o nome da Drª. Micheline Rodrigues honraria qualquer chapa com a sua presença", foi o que declarou o emedebista durante entrevista coletiva concedida  à imprensa em Cajazeiras no último sábado (10). Após ser informado da fala, Romero respondeu: "agradeço a referência. Tenho boa relação com ele, ocorre que também estou na luta para ser candidato, mas agradeço o gesto.
Apesar da pré-candidatura, o tucano tem reiterado que defende que o grupo de partidos que representam a oposição permaneça junto em torno de um único projeto. Sobre as recentes críticas que Maranhão tem feito ao prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), Romero repetiu: "torço pela união".
Romero participou neste domingo (11) da abertura do 21º. Crescer, consagrado como “encontro da família católica”. O evento é realizado anualmente pela Comunidade Pio X, 

domingo, 11 de fevereiro de 2018

República Velha!

 Charge do Duke, via O Tempo.

Livânia Farias assegura apoio da família e grupo político em Sousa à reeleição de Genival Matias

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Deputado Genival Matias, Livânia Farias e o vereador 'Koloral'
A secretária estadual da Administração, Livânia Farias confirmou o apoio de sua família e base política em Sousa à reeleição do deputado estadual Genival Matias (Avante). O Avante elegeu dois vereadores em Sousa: "Koloral", sobrinho de Livânia, que obteve 1.109 votos, e Júnior de Zilda, que teve 1.560 votos, com os suplentes somaram 4,5 mil votos que contribuíram na eleição do prefeito Fábio Tyrone (PSB).
A confirmação acontece após orientação do prefeito para que aliados votem no deputado Lindolfo Pires (sem partido). Livânia elogiou a gestão de Fábio, segundo ela que "avança 20 anos em relação a do antecessor", mas que seu grupo apoia Genival e que seu sobrinho continuará dando sustentação política ao prefeito na câmara municipal. "Fomos decisivos para a eleição do prefeito e ele sobe do compromisso com seu governo, bem como, do apoio de nossa família à reeleição de Genival Matias", concluiu a secretária.

Em coletiva na cidade de Cajazeiras, Maranhão anuncia apoio de W. Roberto e que só não dialoga com Cartaxo

O senador José Maranhão (MDB), concedeu na tarde deste sábado(10) uma entrevista coletiva na Câmara Municipal de Cajazeiras. Durante a coletiva o senador e pré-candidato ao governo do estado comentou aspectos que vive a política paraibana em sua atualidade e os motivos que o levaram aceitar voltar a disputar o cargo que já ocupou em oportunidades anteriores. O senador esteve acompanhado do prefeito Zé Aldemir (PP), do empresário Zé Cavalcanti e demais lideranças.
Maranhão falou sobre do apoio de outras forças políticas do estado que a sua candidatura segue recebendo, ressaltou o diálogo que vem sendo mantido com o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues(PSDB), e que se sentiria honrado em compor uma chapa com a esposa do prefeito como sua vice. “Seria um prazer tê-la ao meu lado, pois o nome da Drª. Micheline Rodrigues honraria qualquer chapa com a sua presença”.
O senador também respondeu àqueles que tentam combater sua candidatura usando sua idade como um empecilho para que ele possa devidamente governar o estado. Maranhão declarou-se plenamente capaz de governar a Paraíba e questionou em que momento teria a experiência se tornado um ponto negativo para qualquer candidatura.
José Maranhão aproveitou a coletiva para tornar público o apoio que lhe fora declarado anteriormente em uma reunião pelo deputado federal, Wellington Roberto (PR). “Hoje Wellington Roberto me disse que tem muito prazer em se compor comigo e o MDB”‘. O senador afirmou durante a entrevista que o deputado lhe garantiu que teria um imenso prazer em compor com o MDB para as eleições deste ano.
Novamente questionado quais apoios ele já teria garantido para a sua campanha Maranhão garantiu que segue mantendo o diálogo com todas as lideranças políticas do estado e que este dialogo apenas não aconteceria com o prefeito da capital, Luciano Cartaxo (PSD). “Estou dialogando com todos, apenas não converso com Luciano Cartaxo porque ele não deseja conversar com ninguém. No MDB atualmente Cartaxo apenas diáloga com Manoel Júnior.”.
O senador durante toda a coletiva reforçou a importância de se fazer uma política pensando mais na Paraíba e menos nos grupos políticos. Ele afirmou pretender fazer um governo para beneficiar o estado à longo prazo, lutando para que não se repitam casos onde segundo o senador oportunidades de aumentar o parque industrial paraibano foram perdidas para estados vizinhos.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Além da sombra de Huck, Alckmin enfrenta Doria...

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As coisas poderiam caminhar bem para o tucano Geraldo Alckmin, pois seu processo na Lava Jato estacionou no STJ, Lula tornou-se inelegível, Jair Bolsonaro parou de subir no Datafolha e abriu-se na sucessão de 2018 uma avenida para a passagem de uma candidatura presidencial de centro. Mas o PSDB parece ter mergulhado num processo de autodestruição. Além do fantasma da candidatura de Luciano Huck, ressuscitado por Fernando Henrique Cardoso, Alckmin toureia nos porões do partido as ambições políticas do seu próprio pupilo, João Doria.
Quanto a FHC, não há muito o que Alckmin possa fazer. Impossível controlar um ex-presidente da República cultuado como presidente de honra do ninho. Resta ao candidato digerir as juras de fidelidade do correligionário. Juras que foram renovadas por FHC num telefonema que disparou para o Palácio dos Bandeirantes nesta quinta-feira, pouco antes do horário em que receberia Huck para o jantar. A disposição é outra em relação a Doria. Operadores de Alckmin aconselham-no a desligar o prefeito de São Paulo da tomada.
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Há dois dias, Doria irritou Alckmin ao tentar uma manobra na reunião da Executiva Nacional do PSDB, em Brasília. Discutia-se a regulamentação das prévias presidenciais do partido, nas quais Alckmin medirá forças com o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio. Agendou-se a eleição interna para a escolha do presidenciável da legenda para 4 de março (a data já passou para o dia 11 e ainda pode ser empurrada para 18 de março). Doria queria estender o calendário federal à prévia estadual, que definirá o nome do candidato do PSDB ao governo de São Paulo. Alckmin e sua infantaria levaram os pés à porta.
Deve-se o interesse de Doria a uma necessidade funcional. Para disputar um novo cargo público, ele terá de deixar a prefeitura paulistana até o dia 7 de abril. E seria mais confortável se pudesse renunciar ao cargo de prefeito depois de ter obtido a vaga de candidato do PSDB ao governo estadual. O problema é que Alckmin flerta com a ideia de uma candidatura única do seu grupo político em São Paulo. Nessa hipótese, a chapa seria encabeçada pelo vice-governador Márcio França, do PSB. O PSDB indicaria o vice e um candidato ao Senado.
França assumirá o governo paulista em abril. E costura sua própria candidatura à reeleição. Um eventual acerto com o PSDB em São Paulo ofereceria a França matéria prima para tentar convencer o seu PSB a apoiar o projeto federal de Alckmin, cedendo-lhe o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na TV. Escorando-se numa banda do tucanato que não abre mão de disputar o governo, Doria rema em sentido contrário.
Vencido na Executiva Nacional, o prefeito corre contra o relógio para marcar as prévias de São Paulo. A decisão seria tomada na próxima terça-feira (13), numa reunião da Executiva estadual. Por conta do Carnaval, o encontro foi adiado para 26 de fevereiro. Se depender de Alckmin, as prévias serão marcadas para alguma data entre o final de abril e o início de maio. Desse modo, se quisesse entrar no jogo, Doria teria de trocar o certo (o cargo de prefeito) pelo duvidoso (a candidatura a governador).
Ironicamente, Doria deve justamente a Márcio França parte do seu êxito na eleição em que conquistou a prefeitura da cidade mais rica do país. Foi o vice de Alckmin quem capitaneou a costura da aliança partidária que forneceu a Doria uma vitrine eletrônica ampla na disputa municipal de 2016. Comunicador eficaz, Doria prevaleceu no primeiro turno da eleição. Agora, França move a cintura política em benefício de sua própria candidatura, encurtando a margem de manobra de Doria.
Nesta quinta-feira, Doria encontrou-se em São Paulo com Michel Temer e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que cogita disputar o governo paulista pelo PMDB. Realizada a portas fechadas, a reunião resultou em duas versões antagônicas. Correligionários de Temer fizeram circular a informação de que o presidente aconselhou Doria a permanecer na prefeitura, abstendo-se de disputar a poltrona de governador.
O prefeito por sua vez, desperdiçou saliva difundindo a versão segundo a qual a conversa abriu caminho para a negociação de uma coligação com o PMDB no Estado e no país. Alckmin observa o vaivém de sua criatura com um pé atrás. O governador já não confia integralmente no prefeito que apadrinhou. Em privado, rumina o receio de que Doria volte a ser mordido pela mosca azul da Presidência da República, convertendo-se numa espécie de Huck doméstico.
Como se vê, o tucanato se esforça como nunca para confirmar a fama que fez do PSDB um partido de amigos feito integralmente de inimigos. (Por Josias de Souza)

Abertura da Consciência Cristã leva políticos de oposição ao Parque do Povo

A abertura do Encontro para Consciência Cristã atraiu vários políticos ao Parque do povo, na noite desta quinta, em Campina Grande. Na primeira fileira do evento estavam o prefeito Romero Rodrigues, o senador Cássio Cunha Lima, o vice-prefeito de João Pessoa Manoel Júnior, o deputado federal Rômulo Gouveia, a secretária municipal Eva Gouveia e a deputada estadual Daniella Ribeiro.
Deve não ter ligação, mas o evento parece que atraiu muitos opositores ao governo do estado. O deputado federal Benjamim Maranhão fez questão de aguardar o prefeito chegar para só então entrar no evento.

Ao lado de paraibana Socorro Gadelha, ministro anuncia 650 mil casas para MCMV...

A paraibana Socorro Gadelha, secretária Nacional de Habitação, participou nesta quinta-feira (8), em Brasília, da entrevista coletiva em que o ministro Alexandre Baldy, das Cidades, e o secretário chefe da Secretaria de Governo, Moreira Franco, que anunciaram novas contratações para o Programa Minha Casa, Minha Vida, em todas as faixas de renda.
São 650 mil novas unidades. Para isso, serão investidos R$ 9,7 bilhões do Orçamento Geral da União e R$ 63 bilhões do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS). O Ministério ainda não decidiu a divisão do número de casas por estado. A presença de Socorro é uma argamassa que pode ajudar à Paraíba.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

TCU suspende aquisição de 50 veículos pela Secretaria de Administração do Estado para atender à Emater

O Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu, por meio de medida cautelar, o Pregão Eletrônico 248/2017, realizado pela Secretaria de Administração do Estado, objetivando a aquisição de 50 veículos para atendimento das necessidades da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), custeados com recursos do Convênio 839.153/2016, firmado com a Secretaria de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário. A decisão atende denúncia feita pela empresa Fiori Veiculo Ltda, noticiando possíveis irregularidades verificadas no Pregão.
De acordo com a auditoria, a Fiori apresentou proposta de R$ 1.950.000,00 no certame, ocupando inicialmente a terceira posição na classificação da licitação. Após a desclassificação das duas primeiras licitantes, que aceitaram reduzir o custo das propostas ofertadas para R$ 1.747.543,50 e R$ 1.747.500,00, respectivamente, a Fiori foi chamada para adequar o valor de sua proposta para o orçamento-base, mas foi desclassificada por não aceitar a redução de preço pretendida pela Pregoeira. A quarta colocada, por fim, foi convocada e aceitou a diminuição do seu preço final para os R$ 1.747.500,00 sugeridos pela Pregoeira e, por isso, foi declarada vencedora.
A Fiori questionou o resultado, alegando que o orçamento-base do certame não foi previamente divulgado, de forma que não poderia ser utilizado como critério de aceitabilidade de proposta, tampouco estaria obrigada a aceitar o preço proposto pela Pregoeira. Assim, requereu a concessão de medida cautelar no sentido de determinar a suspensão, por parte da Secretaria de Administração do Estado da Paraíba, do Pregão Eletrônico 248/2017. O relator do processo, ministro Benjamin Zymler, acatou a denúncia, determinando a suspensão do Pregão, “até que este Tribunal se pronuncie quanto ao mérito das questões tratadas neste processo”.

Ex-prefeito de Catingueira, Edivan Félix é condenado a 8 anos de prisão

Ex-prefeito paraibano é condenado a 8 anos de prisão
O Ministério Público Federal (MPF) em Patos (PB) pediu e a Justiça condenou o ex-prefeito de Catingueira, José Edvan Félix, e o ex-secretário de Finanças do município José Hamilton Remígio de Assis Marques, por desvio de recursos públicos com simulação de licitação para aquisição de gêneros alimentícios. Ambos foram condenados a oito anos e quatro meses de reclusão. O ex-secretário não recorreu da decisão e já se encontra preso no presídio de Patos.
Apesar da condenação, o Ministério Público Federal recorreu e pede aumento da pena dos dois condenados. Segundo a denúncia do MPF, José Edvan (foto), que foi prefeito de Catingueira de 2005 a 2012,  simulou/frustrou, no ano de 2006, de forma livre e consciente, em conjunto com José Hamilton, a realização de licitações para a aquisição de gêneros alimentícios, com verbas oriundas do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Ainda segundo a denúncia, pagamentos fictícios foram efetuados à pessoa jurídica Luiz Guedes Sobrinho – Supermercado Guedes, com a finalidade de legitimar os gastos. Os dois condenados têm envolvimento com a Operação Dublê, que desarticulou um quadro sistemático de fraudes licitatórias e desvios de recursos públicos, com uso de notas fiscais clonadas, em Catingueira e Cacimba de Areia. Já há, inclusive, decisão da Justiça para o ex-prefeito de Cacimba de Areia, Betinho Campos, usar tornozeleira eletrônica.
A Dublê possui 43 ações judiciais ajuizadas, sendo 20 denúncias, duas ações cautelares penais para aplicação de medidas pessoais aos ex-gestores e 21 ações de improbidade administrativa. Os valores desviados, em cálculo atualizado, somente nas ações penais, somam mais de R$ 17 milhões.

Após rompimento, vereadora aliada de Cartaxo desce Muriçocas lado de Maranhão

O dia de ontem (7) pode ter marcado o rompimento político entre o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD) e o senador José Maranhão (MDB), com exonerações dos quadros da Prefeitura da Capital, de aliados políticos do emedebista. Mas, também nesta 'quarta-feira de fogo', dia em que João Pessoa tem a bloco Muriçocas do Miramar, pode ter começado a definição de um novo cenário na política paraibana. Mais cedo, o governador Ricardo Coutinho (PSB), até o momento adversário político de Cartaxo, admitiu ter diálogo com o gestor da Capital e também voltou a rasgar elogios ao senador Maranhão.
Mas a noite, durante a saída (ou descida) do bloco Muriçocas do Miramar, Maranhão – que já se lançou pré-candidato a governador, participou do bloco ao lado do deputado Ricardo Marcelo e da vereadora de João Pessoa, Raíssa Lacerda, que é aliada do prefeito Luciano Cartaxo e, também, é do mesmo partido o PSD. Maranhão já havia participado no último domingo (4), do bloco das Virgens, também na Capital, acenando e conversando com os foliões, mostrando que realmente está em pré-campanha.
Há alguns meses, a vereadora Raíssa recebeu na casa do seu pai, o ex-governador José Lacerda Neto, o senador Maranhão que na oportunidade, convidou tanto a vereadora, quanto seu pai, para se filiarem ao MDB.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Comissão acaba de emitir parecer favorável à cassação de Luiz Antônio, em Bayeux.

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A Comissão Processante da Câmara Municipal de Bayeux emitiu paracer final nesta quarta-feira (7), pela cassação do prefeito interino de Bayeux, Luiz Antônio (PSDB). O vereador Betinho da RS votou contra a cassação do tucano. Já o relator Uedson orelha e o presidente da comissão, José Eraldo (Lico), votaram pela cassação. O presidente da Casa vai marcar a data para julgamento. Informa Anderson Soares.
Para ser cassado, são necessários 12 dos 17 votos. Luiz Antônio é acusado de usar a máquina pública para denegrir a imagem do deputado federal, André Amaral (MDB), incorrendo no crime de quebra de decoro. O fato veio à tona, após vazar um áudio em grupos de WhatsApp, onde o prefeito pede a auxiliares, durante uma reunião, para “meter o pau” no deputado.

Ninguém assume culpa por fiasco na Previdência...

O fracasso, como se sabe, é órfão. Mas o Planalto e seus apoiadores, em clima de jogo de empurra, travam uma guerra retórica para se livrar da paternidade do fiasco da reforma da Previdência. Michel Temer diz ter feito tudo o que estava ao seu alcance. Insinua que a culpa é do Congresso. Em privado, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e líderes governistas sustentam que foi Temer quem sepultou a mexida previdenciária. Alegam que, para salvar-se de duas denúncias criminais, o presidente matou a reforma.
Ainda sem os 308 votos exigidos para a aprovação de emendas constitucionais, o governo marcou para 28 de fevereiro a última tentativa de votação da reforma na Câmara. O esforço é cenográfico. Longe dos refletores, todos reconhecem que não há votos. E ainda que houvesse, faltaria apoio no Senado. Ou seja: são próximas de zero as chances de Temer entregar durante o que lhe resta de mandato a reforma que vendeu como vital para a recuperação sustentável da economia.
No Planalto, alega-se que os congressistas só pensam na própria reeleição. No Congresso, afirma-se que a encrenca só invadiu o ano eleitoral de 2018 porque, antes de salvar a Previdência, Temer gastou um semestre inteiro de 2017 para alcançar outra prioridade: salvar a si mesmo. Agora, dizem os deputados, o governo não pode exigir que os aliados arrisquem o próprio pescoço aprovando uma reforma impopular às vésperas de um novo encontro com as urnas.
Temer e seu ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, frequentam a cena econômica fazendo pose de reformadores austeros. Entretanto, para comprar a simpatia do Legislativo, gastaram os tubos em emendas orçamentárias, favores fiscais e mamatas tributárias. Quando o naufrágio previdenciário se insinuava, alegou-se que o problema era de comunicação. E torraram-se milhões numa campanha publicitária para destrinchar à sociedade as medidas inadiáveis que, agora, devem ser adiadas para quando o próximo governo chegar, em 2019.
Quer dizer: pode não haver consenso quanto à identidade do pai do vexame. Mas não é necessário fazer nenhum exame de DNA para atestar com 100% de certeza que você, caro contribuinte, financiou a orgia. (Por Josias de Souza)

Preso pela PF, acusado de explodir banco em Campina Grande é lotado no gabinete de Romero Rodrigues

A Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Civil realizaram operação policial na manhã desta quarta-feira, 07, e prenderam dois homens que estariam envolvidos no assalto que invadiu e explodiu a agência da Caixa no Shopping Partage, em Campina Grande. A Operação Aurora cumpriu 12 mandados, sendo quatro de prisão preventiva e oito de busca e apreensão.
Um dos presos é servidor comissionado da Prefeitura de Campina Grande, locado no gabinete do prefeito Romero Rodrigues. Romário Gomes Silveira (foto) é filho de um líder comunitário do bairro da Liberdade, bastante conhecido na cidade como ferrenho defensor do PSDB e do senador Cássio Cunha Lima, Seu Neném. A prefeitura confirmou a lotação de Romário, mas garantiu que ele já foi exonerado no fim da manhã.

Cartaxo rompe de vez com Maranhão e Ricardo não descarta possível conversa com o prefeito

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O governador Ricardo Coutinho (PSB) não descartou a possibilidade de conversar com o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), sobre a possibilidade de reaproximação para o embate leitoral que se avizinha. Cartaxo não acredita que o bloco de oposição apoiará seu nome para a sucessão estadual. Nesta quarta-feira (7), o prefeito pessoense exonerou os últimos emedebistas que ainda estavam lotados na gestão municipal e, assim, concretizou de vez rompimento com o senador José Maranhão (MDB).
“Em função dos interesses da Paraíba eu sou obrigado a discutir com todos os agentes que queiram discutir comigo. Os que não querem, eu não chamo. Mas os que querem, eu sou obrigado a discutir porque é uma questão óbvia, eu olho para o Estado da Paraíba. Se for para construir o que seja melhor para esse Estado, com conteúdo, com começo, meio e fim, com respeito ao dinheiro público, às políticas públicas, se for para isso, eu converso com todos que por ventura queiram conversar comigo”, disse Ricardo, nesta quarta-feira (7), durante a abertura do ano letivo da rede estadual de Educação.  

Petrobras vende gasolina a R$ 2,45 no Paraguai e revolta os brasileiros, que pagam até R$ 5,11; presidente da estatal manteve silêncio...

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, manteve silêncio, porque não tem o que dizer, mas sua assessoria criou uma explicação bizarra para o fato de a gasolina brasileira custar R$ 2,45 (aditivada, R$2,62) em postos da BR no Paraguai, e até R$5,11 no Brasil. O flagrante viralizou na internet, provocando revolta. Para explicar a exploração no Brasil, a estatal diz praticar “preços internacionais”, mas curiosamente recorre a fatores internos para justificar os baixos preços lá fora. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
A Petrobras acha que a gasolina é mais cara no Brasil por culpa dos impostos, da adição de etanol e dos lucros das distribuidoras e postos. A Petrobras aumentou a gasolina por 13 semanas consecutivas, e seu presidente se especializa em desculpas bizarras para explicar isso. A inútil Agência Nacional do Petróleo (ANP), claro, lava as mãos: limita-se a informar que no Brasil há “liberdade de preços”. Autossuficiente, o Brasil cobra dos brasileiros por sua gasolina o dobro dos preços no Paraguai, que não produz uma gota de petróleo.
Assista abaixo ao vídeo em que um cidadão brasileiro em viagem ao Paraguai encontra, em um posto da própria Petrobras, gasolina aditivada vendida a apenas R$ 2,62. Veja sua reação. 

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Novo supera Partido Democrata no Facebook e já é o sétimo do mundo em curtidas

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O Partido Novo superou o Partido Democrata, dos Estados Unidos, em número de curtidas no Facebook. O Novo, que conta com 1.563.960 de curtidas, aparece em sétimo lugar no ranking mundial. O primeiro é o indiano “National Congress”, que acumula  4.708.147 curtidas. Entre os brasileiros, o mais próximo do Novo é o PT, com 1.295.374 curtidas. O partido do ex-presidente Lula está em décimo no ranking mundial.
O desafio do Novo é transformar essa admiração no Facebook em votos para seus candidatos. João Amoedo, pré-candidato da legenda ao Palácio do Planalto, tem alcançado 1% das intenções de voto em pesquisas.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Roleta do destino da classe política paraibana já está girando...e as últimas apostas!

Quem analisa a política paraibana não pode deixar de ler esse artigo de Júnior Gurgel, publicado no site A Palavra Online:
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"Roleta do destino da classe política paraibana já está girando, e o crupiê que representa o grande eleitorado aguarda as últimas apostas, que podem ainda surpreender (preto 17 ou vermelho 36). Quem mais arrisca nesta rodada é o governador Ricardo Coutinho - com um tempo exíguo de quarenta e seis dias - para depositar todas as suas fichas na mesa. Renunciará o mandato? A escolha do número (candidato) recairá sobre João Azevedo? Sem fatos novos que justifique “desmonte” da escultura que vem sendo talhado pelo próprio Ricardo - falta de um “outsider” que convença o povo a tomar decisões atípicas, fora da realidade partidária do Estado - João Azevedo é a única opção que resta ao projeto de continuísmo do “socialista”.
As oposições (divididas) aguardam a roleta parar (sete de abril), data limite para o governador Ricardo Coutinho chamar o caminhão da mudança. Pesquisas de intenção de votos sinalizam no momento eleição tranquila do “socialista”, caso venha disputar uma das duas vagas para o Senado da República. É bom lembrar que pesquisas refletem o momento. Sem “poder de caneta” e com modificações no Secretariado que o acompanha desde o seu primeiro mandato, como prefeito da Capital, Ricardo Coutinho irá se deparar com uma realidade totalmente imprevisível, talvez adversa. Ao invés de mandar (o que vem fazendo há quinze anos) irá pedir. Deixará de ser o “motorista”, passará a ser “caronista” - de um novo governo - que caso venha ser sua vice, pensa e age de modo oposto ao seu. Estes maus presságios têm assombrado alguns de seus fiéis companheiros de “roleta”, que não estão confiantes no seu palpite (João Azevedo). Deputado Federal Wellington Roberto, foi o primeiro a se afastar entregando a Secretaria de Esportes, em pleno ano eleitoral (?). Inacreditável.
Longe de subestimar o campeão de votos da Paraíba – por duas vezes – Ricardo Coutinho. Segundo a fonte José Antônio (Gotinha), existe um trabalho nos bastidores do Palácio da Redenção, para a vice-governadora Ligia Feliciano também renunciar no dia sete de abril (2018). Uma eleição indireta seria realizada através da Assembleia Legislativa, para um mandato “tampão”. Claro que o candidato seria João Azevedo, que disputaria em outubro sua reeleição. Seriam quatro anos (se reeleito) guardando a cadeira para o retorno de Ricardo. Senador Raimundo Lira deixaria o MDB e seria o suplente de Ricardo Coutinho. Aguinaldo Ribeiro, em caça, aguarda um movimento em falso de Romero Rodrigues, para se posicionar como a segunda opção da chapa do PSB, já comprometida com Veneziano Vital do Rego.
Deputado Federal Pedro Cunha Lima será o vice de Luciano Cartaxo. Romero Rodrigues está sendo “assediado” por José Maranhão para indicar sua esposa como vice do MDB. Quem vai jogar sinuca com “pau” de dois “bicos”? Cássio ou Maranhão? Na perspectiva da primeira dama do município não sair como candidata à vice de Maranhão, disputará uma vaga para a Câmara dos Deputados, enterrando o prestígio de Enivaldo (atual vice-prefeito), levando Aguinaldo e Daniella a obterem uma votação pífia em Campina Grande, sepultando suas pretensões para 2020. Fazendo uma analogia desta feita ao futebol, treino é treino, jogo é jogo. A partida começa em 08.04.2018."

Antônio Mineral assina ficha de filiação ao PPS que vai receber ainda Trocólli Jr

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O deputado estadual Antônio Mineral já está com ficha de filiação ao PPS assinada a mando do governador Ricardo Coutinho (PSB). O parlamentar está deixando os quadros do PSDB. A mesma fonte informa que além de Mineral, o deputado Trocolli Junior (hoje no Pros) também estaria de malas prontas rumo ao PPS. 
Essa mudança de partido parece não ter sido bem aceita pelos recém filiados ao partido, que teriam ido para o PPS para sair candidatos. Com medo de perder vaga na disputa, eles não aceitam um candidato de coeficiente eleito alto. Com essa informação, ficariam de fora da disputa, João Bosco Carneiro e Rafaela Camaraense. (com Portal Bastidores do Poder)