terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Ricardo Coutinho, Cícero Lucena e Nilvan Ferreira lideram disputa pela Prefeitura de João Pessoa

Foi divulgada na manhã desta terça-feira (03) a primeira pesquisa estimulada com candidatos para a Prefeitura de João Pessoa nas eleições de 2020. O ex-governador Ricardo Coutinho lidera as intenções de voto com 29,8% das citações. Logo em seguida aparece o ex-prefeito de João Pessoa Cícero Lucena, lembrado por 11,1% dos entrevistados.
Já em terceiro lugar aparece o comunicador Nilvan Ferreira, com 7,2% das intenções de voto. Já o deputado estadual Wallber Virgolino tem 6,3% do total de intenções de voto. O deputado federal Ruy Carneiro aparece com 5,7% e o vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior tem 3,1% dos votos.
O número total de indecisos e entrevistados que declararam voto em branco ou nulo somam mais de 30% do total, sendo 14,8% ainda indecisos e 15,9% voto nulo ou branco.
A pesquisa ainda registrou 0,4% das intenções de voto para o Pastor Sérgio Rafael, 0,2% para Zenedy Bezerra, 0,2% para Durval Ferreira e 0,1% de intenções de voto para Eduardo Carneiro.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Datavox em parceria com o portal PB Agora. Foram apresentados aos entrevistados os nomes de possíveis candidatos com a seguinte pergunta: ‘Se a eleição para prefeito de João Pessoa fosse hoje, em quem você votaria?’
O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima é de 3,7 pontos percentuais para mais ou para menos. As entrevistas foram pessoais, feitas por meio de questionário elaborado de acordo com os objetivos da pesquisa.
Foram ouvidas 810 pessoas em idade eleitoral nos bairros do Cabo Branco, Manaíra, Tambaú, Bessa, Jardim Oceania, Aeroclube, São José, Alto do Céu, Mandacaru, Ipês, Treze de Maio, Padre Zé, Róger, Ilha do Bispo, Alto do Mateus, Indústrias, Jardim Veneza, Mumbaba, Gramame, Costa e Silva, Ernani Sátiro, Funcionários, João Paulo II, Grotão, Ernesto Geisel, Valentina, Paratibe, Cuiá, Muçumago, Planalto da Boa Esperança, Mangabeira, Costa do Sol, Jardim Cidade Universitária, Bancários, Altiplano, Castelo Branco, José Américo, Água Fria e Cristo Redentor, Oitizeiro, Cruz das Armas, Jaguaribe e Varjão, Tambauzinho, Expedicionários, Miramar, Trincheiras, Varadouro, Torre e Estados.

Presidente do TCE diz que Patos, Bayeux e Santa Rita podem sofrer intervenção por irregularidades em gastos com folha de pessoal

Entrevistado no programa Frente a Frente, da TV Arapuan, na noite passada (02), o presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Arnóbio Viana, fez uma revelação capaz de tirar o sono dos prefeitos de Patos, Bayeux e Santa Rita. O conselheiro disse claramente que chamou a atenção do TCE o gasto dessas prefeituras com folha de pessoal, incluindo salários não condizentes com bases legais. E declarou que as informações que estão sendo levantadas poderão gerar, inclusive, pedido de intervenção.
“Atualmente estamos constatando algo preocupante. Municípios grandes, bem representativos da Paraíba, como Patos, Bayeux, estão deixando de investir em benefício da população pelo alto número de servidores com salários altíssimos, nem sempre galgados em dispositivos legais. Nós estamos identificando isso e vamos tomar uma providência que pode desaguar até num pedido de intervenção”, declarou o presidente do TCE.
A resposta foi dada diante do questionamento sobre o caminho mais usado hoje pelos gestores públicos para cometer irregularidades com o dinheiro público. Sobre as folhas das duas maiores cidades da Paraíba, João Pessoa e Campina Grande, o conselheiro declarou que os números apontam cenário “mais saudável”. Segundo ele, ainda se vê investimentos fora da folha de pessoas nestas cidades. “O que não se vê nestas cidades em que citei, cujo investimento é irrisório”, completou. Com Luís Tôrres

Na TV Master: Ricardo diz que foi João Azevedo quem rompeu, recebeu governo de graça e que não seria eleito nem vereador sem o seu apoio: “não tem projetos nem posição política”.

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Em entrevista, na noite desta segunda-feira (02), na TV Master, em João Pessoa, o ex-governador da Paraíba e presidente da Fundação Mangabeira (FMJ), Ricardo Coutinho falou sobre a crise que se alastrou no PSB e não poupou criticas ao governo de João Azevedo. 
Ricardo disse que ninguém imaginaria que a crise no partido iria chegar ao ponto que chegou e criticou à posição do atual governador João Azevedo, dando a entender que ele deve a eleição ao seu apoio. De que João Azevedo (PSB) não teria sido eleito sequer para vereador se não tivesse seu apoio em 2018.
“Quem teve de graça um cargo de governador e não seria eleito nem vereador, teve medo de 2022. Se eu me apegasse a cargos, eu teria sido candidato ao Senado. O inimigo de quem governa passou a ser quem lhe deu o governo. Os militantes estão sendo demitidos. Não entendo o motivo desse ódio e porque alguns secretários que tocam o governo não conseguem ser recebidos”, destacou.
Coutinho acrescentou que João teria pedido para que ele não disputasse o Senado e que lhe fosse dada a oportunidade de disputar o Governo. “Ele não teve a capacidade de observar a responsabilidade que tinha ou foi vencido pela vaidade. É normal. Convive-se com muitos bajuladores e você precisa ter muita segurança para passar por tudo isso sem se quebrar. Eu estou dizendo isso hoje aqui por que o que o PSB fez de mal ao governador? O partido lhe deu o mandato? Foi isso? O atual governador disse que nunca tinha pedido para ser candidato e não é verdade. Foi no salão de vidro da Granja em fevereiro e disse que se eu saísse do governo, ele não sustentaria dois meses porque Lígia iria engoli-lo. Palavras dele”.
O ex-governador chamou Ricardo Barbosa de “bomba de instabilidade”, Coutinho disse ainda que João não queria ele como presidente do PSB na Paraíba e questionou, servi para eleger um governador que não tinha 1% de reconhecimento na Paraíba, mas não sirvo para presidir o partido desse governador?”
“Ele não falou a verdade quando disse que abriria espaço para eu ser presidente do PSB. Como alguém justifica que aquela parte que eu vou chamar de a parte podre da imprensa, uns que ganham para caluniar, que eu nunca quis conversa, mas essa parte toda recebe da Secom e não é para falar bem do governo, mas para me atacar? Como se justificaria que alguém a quem você dá a mão, age assim? Antes da posse, eu disse a ele que se não fosse ele, seria outro. O governo elegeria qualquer um candidato. Mas, foi ele por ser um dos construtores que teria condições de continuar a gestão”.
Para Ricardo Coutinho, João estaria perseguindo os filiados do PSB

“Ele chegou a dizer que sairia do PSB em dezembro. Se quer sair, saia, mas diga a verdade porque está saindo. Edvaldo Rosas não dava conta do partido fora do governo, imagine dentro do governo. Ele não tinha a menor capacidade, a menor condição”, destacou.
Ricardo Coutinho ainda afirmou que o ex-presidente do partido Edvaldo Rosas, hoje secretário-chefe do Governo, quando indagado pelo presidente nacional Carlos Siqueira, acusou o governador João Azevêdo de ser contrário a possibilidade de sua ascensão ao comando do PSB na Paraíba.
“Quando tentaram vetar a minha entrada a pedido do presidente [Nacional do PSB] Carlos Siqueira, Edvaldo Rosas respondeu que o governador é que não quer que Ricardo presida o partido, ou seja, quem deu o discurso a João Azevêdo, quem deu a oportunidade de disputar alguma coisa, o maior cargo do Estado, quem deu a formulação da postura de quem deu uma eleição mais tranquila que eu já vi na minha vida, não tinha, ou não se queria permitir que se assumisse o partido para reestrutura-lo visando 2020”, frisou.
Por fim, Ricardo Coutinho confirmou que apoiou a saída de Rosas da presidência do Diretório Estado, após assumir um cargo de secretário no governo João Azevêdo. “O partido estava estourado, Edvaldo Rosas não dava conta do partido nem fora do governo, imagine dentro”, disse.
O ex-governador criticou ainda a gestão de João Azevedo e disse que “João não tem projeto, o projeto é o nosso do PSB”, ele criticou também o modo como o atual governo se comporta com a política, segundo Ricardo, João não tem posição política, “é atacado por Bolsonaro e não reage”
“A Paraíba deixou de investir, só tivemos três obras começadas, nenhuma escola inaugurada, o estante são obras que vinham dos outros anos, do meu governo, isso significa que vamos chegar o próximo ano com uma quebra da construção civil”, explicou.

Eleições 2020
Questionado se irá disputar as eleições municipais do próximo ano, Ricardo se limitou a dizer que ainda não tomou a decisão. “Ainda não tenho essa decisão, nem preciso ter agora, o PSB tem grandes nomes, os demais, dos outros partidos são figuras caricatas, tem gente que acha que fazer política é cuspir em microfone”, disse.

PSB
Ricardo Coutinho explicou que quem rompeu com o partido foi João Azevedo,”quando anunciou sua saído da legenda até o final do ano”.

Julian Lemos reprova conduta de ex-assessor que tentou agredir Ricardo Coutinho

O deputado  federal Julian  Lemos (PSL) enviou mensagem ao ex-secretário de Estado da Comunicação Institucional, jornalista Tião Lucena informando que não mantém mais qualquer  vínculo de  convivência  com o elemento que tentou  agredir  o ex- governador  Ricardo  Coutinho  na noite  desta segunda-feira (2), na entrada  da TV Master.
O deputado disse que tem divergências  com o ex-governador mas não  se presta  a esse tipo de procedimento. Revelou  ainda que dispensou  o dito cujo por causa desse comportamento  dele.

Ex-governador Ricardo Coutinho sofre tentativa de intimidação na entrada da TV Master e denuncia “trabalho sujo”

O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), atual presidente da Fundação João Mangabeira, sofreu uma tentativa de intimidação ao chegar na TV Master, na noite desta segunda-feira (2), para participar de entrevista no programa Conexão Master. A iniciativa teria partido de um casal que esperava Coutinho na frente da sede da emissora.
A informação foi divulgada nas redes sociais pelo procurador do Estado e ex-secretário Executivo de Comunicação Institucional, Tião Lucena, que acompanhou Ricardo Coutinho na TV Master.
"Estou na TV Master. Acabo de testemunhar uma provocação planejada por adversários de Ricardo Coutinho. Um rapaz de nome Jayme, ex-assessor do deputado Julian Lemos e atual assessor do Cabo Gilberto, e uma moça não identificada esperavam Ricardo ao pé da rampa da TV e assim que ele desceu do carro, a dupla encostou e, com uma microcâmera começou a provocar de forma acintosa e desrespeitosa. A certa altura o rapaz tentou agredir fisicamente p ex-governador, mas foi contido. Depois os dois foram embora gritando palavras de baixo calão. Esta é a segunda vez que esse indivíduo tenta agredir Ricardo Coutinho. Na outra vez abordou Ricardo na entrada de uma universidade onde ia proferir uma palestra”, postou Tião Lucena.
Antes de iniciar a entrevista, o apresentador Alex Filho indagou Ricardo Coutinho sobre o evento ocorrido do lado de fora da sede da emissora. Em resposta, o ex-governador afirmou que o ataque foi executado por “algumas pessoas que sobrevivem de uma assessoria de mandato aqui e um toco acolá e fazem um trabalho sujo”.
“Essa pessoa tenta aparecer através disso e faz provocações cotidianas. Faz provocações a mim e isso não gera audiência nenhuma. É um desses jovens sem conteúdo e não sabe o que é ser direita nem esquerda. Faz um discurso moralista, mas se vir R$ 100 ali, leva rapidinho. É gente sem ética e não posso dar visibilidade a isso. Quem provoca está desesperado e sabe que não tem condições de estar onde alguém que tem uma estrada digna chegou”, comentou Ricardo.
Ao comentar sobre o discurso de direita e o governo Jair Bolsonaro, Coutinho voltou a tocar no assunto e afirmou que o episódio ocorrido antes do programa seria uma das várias tentativas da proliferação do discurso de “ódio” que assolou o país. “É tentar provocar uma reação”, disse.

NÃO É A PRIMEIRA VEZ

Essa não é a primeira vez que o autor do ato denunciado por Tião Lucena, Jaime Cardoso, tenta intimidar Ricardo Coutinho em locais públicos. No dia 23 de setembro, o jovem interpelou o ex-governador na entrada do auditório da Faculdade IESP, em João Pessoa, onde participaria workshop sobre ‘eficiência e otimização da gestão pública’.
O jovem integrante do movimento “Direita Mover”, foi nomeado no gabinete do deputado federal Julian Lemos (PSL), mas foi desligado da função desde julho deste ano. (com wscom)

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Em entrevista no Pânico, Julian Lemos revela mágoa com Bolsonaro: “tem situações de ingratidão que machucam”

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O deputado federal Julian Lemos (PSL-PB) variou entre frases de apoio e de descontentamento com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em participação hoje no Programa Pânico, da Rádio Jovem Pan. Em diversos momentos da entrevista, Lemos lembrou-se da campanha eleitoral de 2018, quando esteve próximo a Bolsonaro, que se dirigia a ele como “coordenador de campanha no Nordeste”. Mas, após quase um ano de mandato, mostrou insatisfação com algumas ações do presidente.
“Bolsonaro é um cara extremamente envolvente. Você acredita nele. Eu acredito nele, na força dele, acho um cara honesto, mas ele tem algumas situações de ingratidão e injustiça que machucam as pessoas”, afirmou. Apesar das discordâncias, o deputado negou ser um traidor do presidente e disse que segue fechado com as pautas de campanha, independentemente da saída de Bolsonaro do PSL.
“O presidente é um terreno muito fértil. Ali, se você plantar morango, nasce morango. Se plantar espinho, nasce espinho. Se eu tenho uma convivência com ele de 30 anos e chega uma pessoa agora e fala que estou fazendo algo errado, o presidente não vai nem perguntar o que eu fiz, já vira as costas. Não há como o presidente apontar para mim absolutamente nada. ”
“Não há possibilidade de eu mudar minha pauta. Não posso mudar discurso. O presidente, hoje, sabe quem é Julian Lemos. Ele nunca pediu algo para eu não fazer. Eu posso não fazer de acordo com as emoções dele, mas estou ao lado dele”, concluiu.

Momento do racha com Bolsonaro
Ao lembrar a trajetória ao lado de Bolsonaro, Lemos tentou fazer uma reconstrução do momento em que aconteceu o racha com o presidente. Ele citou dois períodos cruciais. O primeiro deles, ainda durante a campanha eleitoral. “Após o primeiro turno, já senti que o clima não ficou muito legal. Quando era para puxar a carroça, era a parte difícil. Eu viajava com o presidente, coordenava a questão política da campanha. Depois, gente de dentro da campanha começou a falar que eu mentia, e já estava ficando estranho”, comentou.
Ele também citou o governo de transição, ainda nos dias finais do mandato de Michel Temer, quando a partilha por poderes criou algumas rusgas entre antigos aliados. “O presidente chegou a mim e disse que eu estava andando nos ministérios atrás de empregos. Eu vi que a coisa estava esquisita e disse a ele que, se ele achasse alguma indicação minha em algum ministério, eu renunciaria”.

Filhos do presidente
Ao contrário do que fez com o presidente, ao poupá-lo de críticas mais ácidas, Lemos não mediu palavras ao falar sobre os filhos de Bolsonaro, especialmente ao vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PSC). “O Brasil está vendo que o Carlos tem sempre razão. Mas razão em quê? […] Eu entendo o lado do Carlos, ele teve um pai que quase foi morto [pela facada recebida durante a campanha de 2018]. Mas ele potencializou uma ideia de conspiração, de matar, de gente querer se aproveitar, e isso não tem lógica”, disse.
Quanto ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), não faltaram críticas ao uso do Twitter para difamar adversários. “Ele é um pouco orgulhoso e machuca as pessoas. Ele postou um dia uma imagem que eu estava sentado em um vaso sanitário. O Eduardo não pensa nas consequências do ferimento que ele gera. As pessoas têm família.”
Lemos também cobrou consideração de Eduardo devido às ações de apoio à família Bolsonaro durante a campanha eleitoral. “Você tenta construir algo durante quatro anos e uma irresponsabilidade de uma ação ou uma tuitada de um filho do presidente provoca fissuras gravíssimas na família de quem já serviu. Se o cara não serve hoje, serviu antes, tenha consideração”, encerrou. Informações do UOL.

Justiça condena ex-prefeita Dequinha de Mineral e motorista acusados de desviar R$ 290 mil de compra de alimentos da agricultura familiar

A ex-prefeita Vanderlita é casada com o ex-deputado Antônio Mineral
A pedido do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal em Patos condenou a ex-prefeita do município de Areia de Baraúnas, Vanderlita Guedes Pereira (conhecida por Dequinha de Mineral), e o motorista da prefeitura, Valdery dos Santos Silva, por terem desviado recursos públicos. 
De 1º de janeiro de 2009 a 4 de maio de 2010, a então prefeita e Valdery desviaram recursos públicos federais derivados do Convênio nº 096/2008 (Siafi nº 635577), celebrado com o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. De acordo com as investigações, Vanderlita e Valdery (pessoa responsável no município pelos pagamentos aos agricultores participantes do Programa de Aquisição de Alimentos Compra Direta da Agricultura Familiar) apropriaram-se dos recursos durante 14 meses de execução do convênio. Ainda segundo o que foi apurado, foram feitos pagamentos a pelo menos 43 agricultores de maneira irregular.
Os agentes públicos desviaram pelo menos R$ 45.815,73 para proveito próprio e em favor de agricultores, visando angariar bônus político - somente foram levados em conta as notas fiscais e recibos referentes a seis meses de execução do convênio. De acordo com relatório de fiscalização do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, cerca de 80% dos agricultores não entregaram alimentos à prefeitura, mas mesmo assim receberam algum dinheiro do Programa Compra Direta. Estima-se que cerca de R$ 290 mil foram desviados.

Penas

As penas impostas aos dois condenados pela Justiça em primeira instância foram: oito anos e quatro meses de prisão, além de inabilitação, após trânsito em julgado, pelo prazo de cinco anos, para o exercício de cargo e função pública, eletivo ou de nomeação, bem como a perda do cargo público que porventura ocupem. O valor mínimo para reparação dos danos, em favor da União, é de R$ 45,8 mil,  a ser corrigido monetariamente e acrescido de juros de mora.

‘Vejo muito ricardista que mudou rápido de opinião’, critica deputado Jeová Campos.

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O deputado estadual, Jeová Campos (PSB,) não poupou críticas aos parlamentares que, em um passado não muito distante, defendiam o ex-governador Ricardo Coutinho e que agora, segundo ele, se dizem ao lado do governador João Azevedo diante de um iminente racha no ninho girassol.
As declarações tiveram como alvo o líder do governo na Assembleia, deputado Ricardo Barbosa. O parlamentar disse que o PSB continua uma boa casa para os comandados do ex-governador Ricardo Coutinho e não para o governador João Azevêdo. “Nós nos sentimos expulsos com o injustificável golpe no diretório”, afirmou Barbosa.
Jeová voltou a reafirmar que torce pela unificação no PSB, e que não quer alimentar a divisão dentro do partido. Ele revelou, inclusive, que defende que a legenda mantenha apoio ao governador João Azevêdo, caso o gestor concretize o pedido de desfiliação.

Comarca de Itaporanga realiza leilão de bens apreendidos e expectativa arrecadar em torno de R$ 700 mil

A Comarca de Itaporanga realizará dia 10 de dezembro um leilão de carros, motos e outros bens apreendidos. O juiz Antônio Eugênio (foto) avalia que será um dos maiores leilões do Sertão. A expectativa, segundo ele, é de arrecadar até R$ 700 mil com a venda dos produtos.
O leilão, na modalidade presencial, terá início a partir das 8h, no Tribunal do Júri do Fórum João Espínola Neto, em Itaporanga. No total, são oito lotes. Os bens serão vendidos no estado de conservação em que se encontrarem, não cabendo à Justiça ou leiloeiro responsabilidades quanto a consertos e reparos. Qualquer dúvida ou divergência na identificação dos bens deverá ser dirimida no ato do leilão.
A arrematação será feita pela melhor oferta, mediante pagamento à vista. "Se o leilão for de diversos bens e houver mais de um lançador, terá a preferência aquele que propuser arrematá-los todos, em conjunto. O leiloeiro apregoará todo o lote, tendo preferência aquele que der o lance para a aquisição de todos os bens que o compõem. Entretanto, caso não haja interessados na aquisição do lote integral o leiloeiro poderá desmembrá-lo, viabilizando a venda de cada um dos bens que o integram", destaca o edital.

João Azevedo anuncia investimento de R$ 3 milhões para compra de equipamentos destinados ao Corpo de Bombeiros e à PM

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Em entrevista ao programa Fala Governador, na rádio Tabajara, o governador João Azevêdo além de confirmar presença na solenidade de conclusão do curso de formação de 500 profissionais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, que será realizada nesta terça-feira (3), no Ponto de Cem Reis, em João Pessoa, aproveitou para anunciar o investimento de R$ 3 milhões para a compra de equipamentos que serão destinados para ambos os órgãos. 
Dentre alguns dos equipamentos que serão adquiridos está a compra de cinco veículos, três moto aquáticas, um drone, seis veículos 4x4, além de outros equipamentos para ajudar na segurança do estado.  Segundo o gestor estadual, os investimentos fazem parte da política de modernização dos equipamentos de segurança do Estado. 

Corujinha criou oito cargos de Assessores Especiais e gastou quase R$ 1 milhão em salários na CMJP; Após denúncia, cinco deles são exonerados...

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FatosPB - Em janeiro deste ano de 2019, assim que assumiu a presidência da Câmara Municipal de João Pessoa, mesmo em recesso parlamentar, o vereador João Corujinha criou oito cargos em comissão para cuidar da assessoria da Mesa Diretora da Casa Napoleão Laureano, e pagou R$ 87.500,00 mil aos felizardos ocupantes desses cargos, entre eles o advogado, Michel Silvestre Henrique, filho do casal milionário de parlamentares (deputado estadual) João e (deputada federal) Edna Henriques, que tinha o maior salário, R$ 14.000,00 mil, mas que nunca foi visto nas dependências da Câmara, segundo alguns vereadores, servidores antigos, seguranças  e profissionais da imprensa. Corujinha paga salário de R$ 14 mil a assessor
No mês de fevereiro, os assessores receberam o salário integral, mesmo trabalhando apenas três dias, uma vez que o recesso parlamentar só acabou no dia 27 por causa de problemas estruturais na Casa Napoleão Laureano. Nos meses de março, abril e maio, a Câmara continuou desembolsando dos cofres públicos os mesmos R$ 87.500,00 para ter, hipoteticamente, um serviço especializado para suprir as necessidades da Mesa Diretora, que tem a seguinte formação: Presidência, João Corujinha (DC); 1ª Vice-Presidência, Leo Bezerra (PSB); 2ª Vice-Presidência, Fernando Milanez Neto (PTB); 1ª Secretaria, Eliza Virgínia (PP); 2ª Secretaria, Humberto Pontes (Avante); 3ª Secretaria, Chico do Sindicato (Avante).
No mês de junho, a Mesa Diretora desembolsou dos cofres públicos a quantia de R$ 124.488,697 para pagar o salário e a primeira parcela do 13º salário, os seus assessores especiais. Nos meses de julho e agosto, houve uma pequena redução no pagamento dos assessores especiais, passando de R$ 87.500,00 para R$ 79.000,00, ou seja, Corujinha pagou aos oito premiados R$ 8.500,00 a menos do que nos meses anteriores.
Já em setembro, último mês que a Mesa Diretora da Câmara Municipal de João Pessoa enviou informações da folha de pagamento ao Tribunal de Contas do Estado, para serem colocadas no sistema de prestação de contas eletrônica para os municípios, o Sagres, a CMJP pagou R$ 77.600,00, reduzindo um pouco mais a folha em R$ 1.400,00.
Pois, então, somando todos esses valores e imaginando que em outubro e novembro eles devem ter recebido os mesmos R$ 77.600,00, chega-se a uma conta astronômica de R$ 873.788,00, sem contar a outra parte do 13º salário que a Câmara ainda deverá pagar, chegando a uma conta aproximada de quase R$ um milhão para um seleto grupo de oito assessores especiais.
Chuva de exonerações – Por coincidência, ou não, após a reportagem começar a colher informações para dar início às matérias jornalísticas sobre gastos com pessoal na Câmara, a Mesa Diretora, por intermédio do presidente Corujinha, decidiu exonerar cinco dos oito assessores especiais que recebiam atualmente entre R$ 8 mil e R$ 13.600. 
Acesse o link a seguir e veja a matéria na íntegra do Portal FatosPB Corujinha pagou quase R$ 1 milhão a 8 assessores

Veja abaixo os nomes dos assessores exonerados:

Denyse Mendes Lyra Pessoa, substituída em março por Igor Espínola de Carvalho (salário de R$ 10.000,00)

Francisco Carlos Araújo Matos (Salário de R$ 10.000,00)

Giácomo Porto Neto (Salário R$ 10.000,00)

Lincoln Fernandes Kurisu (Salário R$ 8.000,00)

Michel Silvestre Henrique (R$ 14.600,00)

Ainda permanecem no cargo os servidores Alan James da Silva Matias, com salário de R$ 10.000,00 e Ronald Pereira Lins e Elcio de Lucena Costa Filho, com salários de R$ 8.000,00, cada. A folha agora com a assessoria especial da Câmara passa a ser de R$ 36.000,00, uma economia de R$ 41.600,00.
 No segundo semestre do ano passado, 2018, por exemplo, de julho a outubro, a Câmara contava com quatro assessores especiais para ”cuidar” da Mesa Diretora, recebendo no total o valor mensal em torno de R$ 30 mil. Na atual gestão esse número aumentou 100% e o s valores pagos quase triplicaram, chegando a quase atingir a casa dos R$ 90 mil por mês.

Alumasa deverá ser instalada no agreste paraibano e gerar 150 empregos diretos

Uma unidade industrial da Alumasa, empresa que atua no ramo de fabricação de produtos metalúrgicos e plásticos, deverá ser instalada na cidade de Ingá. O governador João Azevêdo assinou, nesta segunda-feira (2), na Granja Santana, em João Pessoa, um protocolo de intenções para a instalação da indústria.
O empreendimento deve injetar, inicialmente, R$ 15 milhões na economia do estado, gerando diretamente 150 empregos que poderão ser ampliados nos próximos anos. Para João, este momento é favorável para o Estado  atrair novas empresas.  "Momento muito bom para Paraíba continuar recebendo investimentos e a Alumasa chega agora porque aposta na nossa estabilidade e no ambiente de negócio propício para receber novos empreendimentos”, frisou. 
O sócio-proprietário da Alumasa, Rodrigo Fontanella, afirmou que a localização estratégica e os investimentos do Estado em várias áreas da economia foram fundamentais para a escolha da empresa pela Paraíba. “Nós tínhamos a intenção de vir para o Nordeste e, dos três estados que visitamos, a Paraíba nos chamou a atenção pela questão logística, tendo em vista que a nossa matéria-prima é 100% importada da África, da Arábia e a localização do porto também nos favorece. Além disso, fomos muito bem recepcionados pelo Governo do Estado e a nossa meta é de iniciarmos os trabalhos o mais rápido possível, já que a construção civil deve crescer no próximo ano”, explicou. 
A unidade industrial que funcionará no Estado terá a capacidade de produzir 3.360 toneladas de perfis de alumínio, 120 mil peças de esquadrias de alumínio, 96 mil peças de escadas de alumínio, 240 mil peças de caixas de descarga, 180 mil peças de assento sanitário e 2,16 milhões de metros de mangueiras para jardim.
A Alumasa tem mais de 30 anos de atuação no mercado e fabrica esquadrias de alumínio, acessórios para banheiro e jardim e derivados de plástico. Os produtos da empresa são utilizados em diversos ramos industriais como metalúrgica, mecânica, energias renováveis, implementos rodoviários, moveleira e construção civil. A Alumasa está presente, por meio de seus representantes, em 24 estados brasileiros, Argentina, Uruguai, Paraguai e está abrindo mercado em outros países.
Os secretários Gustavo Feliciano (Turismo e Desenvolvimento Econômico); Gilmar Martins (Planejamento, Orçamento e Gestão); Bruno Frade (executivo da Fazenda); Rômulo Polari Filho (diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba - Cinep); e Ronaldo Guerra (chefe de gabinete do governador) acompanharam a assinatura do protocolo de intenções. Também estiveram presentes, Leandro Spricigo e Lauri Benetti (representantes da Alumasa) e Júnior Oldaque. 

Auditoria do TCE aponta diversas irregularidades e superfaturamento em despesas da Prefeitura Municipal de Patos

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE/PB) tornou público nesta sexta-feira, dia 29, o resultado da auditoria realizada nas contas da Prefeitura Municipal de Patos. O órgão fiscalizador fez relatório detalhado passando pelos gestores municipais desde 2016, sendo Francisca Mota (2013/2016), Lenildo Morais (2016), Dinaldinho Wanderley (2017/2018), Bonifácio Rocha (2018/2019), Sales Júnior (2019) e atualmente Ivanes Lacerda (2019).
Os auditores observaram os constantes problemas relacionados diante da troca de prefeitos, secretários, chefes de setores e demais cargos inerentes ao funcionamento administrativo da Prefeitura Municipal de Patos. De 2017 a 2019, o TCE/PB já emitiu 13 alertas aos respectivos gestores. No resultado da auditoria, o órgão apresentou os principais problemas e apontou medidas que devem ser adotadas imediatamente pelo atual gestor.
Entre os problemas, destaque para o crescimento das despesas com pessoal que cresceu nada mais nada menos que 411,44% no período de 2008 a 2018. Enquanto a receita foi de  apenas 143,46%, ou seja, se gasta mais que arrecada-se com pessoal. Desde 2012, a Prefeitura Municipal de Patos desobedece a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e não foi feito nada para mudar esse quadro, mas pelo contrário, os gestores só acentuaram ainda mais.
Dinaldinho Wanderley (PSDB) promoveu uma farra na contratação de pessoal por excepcional interesse público. No relatório do TCE/PB, mostra que ele mais que duplicou o número de cidadãos empregados de forma precária na prefeitura. Em 2019, precisamente em julho, as contratações continuaram para funções dispensáveis e somava-se 1.069 pessoas. O gasto foi de R$ 12.503.579,77. Consideradas outras despesas com pessoal, o gasto ultrapassa os R$ 15 milhões/mês.
Em muitos casos, nem sequer a assinatura da pessoa contratadas foi encontrada. Nos exemplos expostos pelo TCE/PB, consta assinatura de Sales Júnior em contratos, porém, os contratados não assinaram nada, mas receberam salários contrariando o que dizem leis específicas.
Várias gratificações de servidores públicos efetivos foram dadas, em todos os períodos averiguados, foram dados por afinidades políticas ou mesmo por “cara”. O TCE/PB detectou que não existiram critérios técnicos e algumas pessoas que recebiam, por exemplo, R$ 1.000,00 por mês passaram a receber R$ 2.500,00 com gratificações de até 150%. E m dezembro de 2017, a Prefeitura Municipal de Patos gastou R$ 800.000,00 apenas com gratificações.
Mais de R$ 4.000.000,00 gastos em curtos períodos. O TCE/PB também detectou inconstitucionalidade nos salários pagos aos Fiscais de Tributos, que recebem em média R$ 16.000,00 por mês devido leis municipais que agregam valores aos vencimentos. As contratações por excepcional interesse público sem respeitar aprovados nos concursos públicos também foi observado na auditoria. Mesmo existindo aprovados regularmente em concursos, os gestores ignoram estes e continuaram contratando de forma precária e desrespeitando a Constituição Federal.
A falta de controle de assiduidade dos profissionais nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) também não passou despercebido. Em um dos casos relatados, a médica Iak Sodara Batista, mesmo comprovando que em vários dias só trabalhou menos de duas horas, a profissional recebeu R$ 10.475,54 como se tivesse dado todo o expediente. O mesmo foi registrado com o médico Cairo Cabral Xavier que faltou vários dias no mês, porém, recebeu salário na integralidade.
No SAMU, o TCE/PB encontrou: dados incompletos dos profissionais; rasuras das folhas de ponto; trocas de plantões; ausência de registros (folha de ponto em branco e sem observações), erros de preenchimento; ausência de padrão no cumprimento das cargas horarias semanais; excesso de carga de trabalho semanal de alguns profissionais.
Nas mais de 51 páginas da auditoria do TCE/PB sobre a Prefeitura Municipal de Patos, foi encontrado superfaturamento no valor pago para empresa de coleta e varrição de lixo. Em alguns casos, se verifica o valor de mais de 50% pago pela Prefeitura em alguns serviços.

Veja abaixo a auditoria do TCE:

PTB e Pode alinham discurso e aliança pra 2020 em João Pessoa e Campina Grande

O PTB e o Podemos devem se tornar os primeiros partidos a firmarem aliança para as eleições de 2020. O tema foi alvo de reuniões de dirigentes das duas legendas no fim de semana. De acordo com informações de bastidores, falta apenas oficializar a composição. O ponto de partida será o anúncio das candidaturas de Wilson Filho (PTB), em João Pessoa, e Ana Cláudia Vital do Rêgo (Pode), em Campina Grande. 
Uma reunião entre dirigentes das duas legendas ocorreu na última sexta-feira (29) e o tema foi amadurecido no fim de semana. Estiveram presentes, entre outras lideranças, o presidente estadual do PTB, Wilson Santiago, e o senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB), marido de Ana Cláudia. O Podemos, inclusive, é a sigla que vem investindo com mais insistência nos convites para atrair o governador João Azevêdo (PSB) para o rol de filiados da agremiação, hoje comandada pelo vereador de Campina Grande, Galego do Leite.
O PTB, vale ressaltar, também é uma das siglas que poderão receber o governador em suas fileiras para eleições futuras. Veneziano, que chegou a ser cotado para a disputa em Campina Grande, tem dito que a prioridade é investir em Ana Cláudia para a disputa. Já Wilson Filho tem sido às pessoas próximas que não abre mão da disputa. Ambos poderão ter o apoio de João Azevêdo nas eleições de 2020.
O petebista coloca o nome para a disputa da prefeitura da capital pela segunda vez. Em 2016, ele acabou abrindo mão da cabeça de chapa para a hoje deputada estadual Cida Ramos (PSB), que tinha o apoio do então governador Ricardo Coutinho (PSB). Para o pleito atual, ele tem dito a aliados que não abre mão de concorrer. O projeto eleitoral, ele reforma, foi o que o convenceu a trocar um mandato na Câmara dos Deputados pela Assembleia. A conta do petebista foi a de que o convívio diário em João Pessoa abriria espaço maior para a busca da viabilidade eleitoral.
Além de João Pessoa e Campina Grande, a parceria entre as duas legendas será espelhada em todas as cidades onde os arranjos políticos paroquiais não interfiram. A perspectiva das lideranças das duas siglas é que a oficialização da parceria seja anunciada ainda nesta semana. (Por Suetoni S. Maior)

Governo do Estado abre inscrições para seleção de professor bolsista do ParaíbaTEC

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O Governo do Estado abriu, nesta segunda-feira (2), por meio de publicação no Diário Oficial do Estado (DOE), as inscrições para o processo seletivo para professor bolsista nos cursos do Programa PARAIBATEC. As inscrições são gratuitas e seguem até o dia 10 de dezembro Através do Site do Programa
As remunerações variam de acordo com a especialidade escolhida, sendo doutorado R$ 30 hora/aula, mestrado R$ 25 hora/aula, especialização R$ 20 hora/aula e graduação/licenciatura/bacharelado/tecnólogo/técnico R$ 15 hora/aula. 
Confira a seguir a edição do Diário Oficial do Estado D.O.E 30.11.2019
O resultado final será divulgado no dia 19 de dezembro. Em relação da posse dos candidatos acontece no dia 03 de janeiro de 2020.

Nesses tempos atuais: Proteína Humana!


– Charge do Duke, via O Tempo....

domingo, 1 de dezembro de 2019

Empresário pede ao MP que investigue empresa que reformou escolas em Santa Rita por R$ 764 mil

Fachada da empresa RDZ que consta no Google Maps
O empresário Nicola Lomonaco, Bacharel. em Direito, encaminhou ofício, nesta quinta-feira, 18, ao Ministério Público da Paraíba, solicitando a intervenção junto à Prefeitura Municipal de Santa Rita, para que se investigue os serviços de reforma que estão sendo realizados nas escolas, Flávio Marója, Padre João Felix, Francisco Marques da Fonseca, Jaime Lacet, Índio Piragibe e Ciei Nenzinha Ribeiro,  prestados pela empresa RDZ Construções EIRELI, com CNPJ sob o nº 02.760.686/0001-44.
O empresário sugere que o MP investigue a empresa, uma vez que ela está estabelecida à Rua Constança, 930, no bairro Campina do Barreto, Estado de Pernambuco, cujo endereço, em consulta pelo Google Maps, conforme foto abaixo, figura em uma instalação predial suspeita e de aparência duvidosa, não compatível a uma empresa com capital social de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) e porte para realização de obras, que somam, segundo o SAGRES, Sistema de controle do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, o pagamento da importância de R$ 764.794,58 (setecentos e sessenta e quatro mil, setecentos e noventa e quatro reais e cinquenta e oito centavos).
 “Sugerimos que o Ministério Público  investigue a potencialidade da empresa RDZ e solicite da Prefeitura de Santa Rita relatórios dos serviços contratados, documentos hábeis, medição e comprovantes de acompanhamentos e vistorias efetuadas pelo técnico e/ou engenheiro da prefeitura responsável pela fiscalização das obras, evitando, assim, a malversação do erário público”, sugere Nicola.
 “O inquilino, hoje ocupante da cadeira de prefeito, deveria ser mais zeloso com os bens públicos de verdade e  se preocupar mais com as contratações das empresas que prestam serviços para edilidade, pois estamos lidando com dinheiro público”, finalizou Nicola Lomonaco.

Bomba na CMJP: Corujinha contratou como Assessor Especial e paga salário de R$ 14 mil a filho de casal de deputados milionários...

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Tá rendendo boa dor de cabeça ao presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, vereador João Corujinha a contratação como Assessor Especial da Mesa Diretora da Casa, nível DSAL-5, o mais alto de todos, do advogado Michel Henrique que vem a ser filho do casal de deputados João e Edna Henrique. Como Assessor Especial contratado por Corujinha, Michel recebe salário de R$ 14.000,00 mensal.
O Ministério Público da Paraíba já está investigando em Bayeux, por intermédio da Promotoria local, denúncia de irregularidades na folha de pagamento do gabinete da vereadora Luciene de Fofinho relacionada a servidora Emilly de Oliveira Silva, que recebe salário mensal de R$ 5.800,00. 
Voltando à Capital, Michel Henrique é um empresário milionário sócio da Paraíba Toumaline Mineração Ltda, empresa responsável pela extração da "Turmalina Paraíba" - uma das pedras mais caras e preciosas do mercado mundial (chegando a valer mais que o diamante). Veja a matéria na íntegra publicada pelo Portal FatosPB: Corujinha paga salário de marajá a filho de casa de deputados

“Seja para qual partido ele vá, nós teremos a maior agremiação partidária”, diz o deputado Ricardo Barbosa sobre filiação de João Azevêdo.

“Eu vou arriscar aqui. Sob o comando de João Azevedo, seja para qual partido ele vá, nós teremos a maior agremiação partidária a partir da decisão de João. Se João for para o Podemos, o Podemos será o maior partido em número de prefeitos, deputados, vereadores”. A declaração é do líder do Governo João Azevêdo (PSB) na Assembleia Legislativa, Ricardo Barbosa (PSB)
Barbosa revelou que, assim como Hervázio Bezerra, o vereador Léo Bezerra, e outros correligionários que atualmente fazem parte do PSB, também seguirá João na nova casa partidária. “O partido que ele escolher, que ele abraçar, será o maior partido da Paraíba e será o meu partido, naturalmente”, garantiu.
Indagado se João já havia sinalizado para qual sigla estaria mais propenso a se filiar, o líder disse que tentou arrancar essa informação do governador na última viagem que fizeram juntos à Europa, e não conseguiu. Para ele, o governador realmente ainda não definiu a legenda que irá se filiar, todavia não optará por nenhuma agremiação ligada ao Bolsonarismo.
“Eu tentei arrancar isso de João durante viagem à Europa. Nos pareceu que não tinha a decisão ainda. Ele tem muitos convites e tem muitas convicções que quer um partido que não seja das entranhas do bolsonarismo, ele quer um partido com espectro de centro-esquerda, e a partir daí você tira um bocado e no final fica aí três a quatro opções, entre elas o Podemos”, arrematou.

Irritado com exonerações, Ricardo teria orientado aliados a pedirem demissão coletiva do governo de João; veja a lista de Ricardistas na gestão

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O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) teria reagido com indignação quando da exoneração, na última quarta-feira (25), de Fábio Maia (Secretaria Executiva do Planejamento) e Yury Simpson (Presidência da PBPrev) feitas pelo governador João Azevedo. 
Ricardo teria orientado os aliados que ainda estão no governo a pedirem demissão coletiva. informa o jornalista Anderson Soares. Agora, é aguardar o Diário Oficial para saber se os Ricardistas vão seguir a orientação do ex-governador.

Veja a lista de Ricardistas no governo de João:

Iris – Casa Civil
Viviane – Fundação José Américo
Claudia Veras – Secretaria Executiva da Articulação Municipal
Krol Janio – Codata
Emília Correia Lima – Cehap
Priscila – Secretaria Executiva da Juventude
Tatiana Domiciano – PBGás
Beto Brasil – Lotep
Gilvaneide Nunes – Secretaria de Desenvolvimento Humano
Cassandra – Iphaep
Noaldo Meireles – Fundac
Nélia Gomes – Funesc
Agamenon Vieira – Detran
Orlando Soares – Diretor Operações Detran
Rafaela – Diretora Administrativa Detran
Jaqueline – Secretaria de Administração
Coronel Anderson – Casa Militar
Coronel Sérgio Fonseca – Secretaria da Administração Penitenciária
João Paulo – Secretaria Executiva da Administração Penitenciária
Ruth Avelino – PBTur
Juliana Monteiro – ARPB
Aníbal – Sudema
Gilmara – Companhia Docas
Fátima Ventura – JUCEP
Jória – Diretora Geral da Agevisa
Simone – Superintendente da Suplan
Gilberta Soares – Secretaria da Mulher
Giovana – Educação
Tieta – Educação
Tulhio Serrano – Programa Gira Mundo 
Roseane Meira – Secretaria Executiva do Desenvolvimento Humano
Wleika – Gerente Regional Ensino
Coronel Euller – Comandante da PM