
A atuação da proteção pessoal, paga pelo governo, terá duração igual ao mandato do gestor, limitada a quatro anos. Quer dizer, se Lígia Feliciano (PSD) assumir o governo a partir de sábado (7), ela terá a proteção por oito meses. Já Ricardo, não, ele contará com o auxílio pelo menos pelos próximos quatro anos. Ao todo, serão três policiais militares colocados à disposição da segurança do futuro ex-governador. Todos pagos pelo Estado. A medida se assemelha a decisão similar do prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), e que foi bastante criticada no âmbito nacional.
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